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Apoia o jornal MAPA – Apoia a Informação livre e crítica!


O MAPA é um projeto de informação crítica que edita um jornal em papel distribuído de Norte a Sul de Portugal. Através de um campanha de crowdfunding tencionamos financiar o ano de 2018.


Um jornal em papel e um projecto de informação que necessita financiar a sua actividade durante o ano de 2018. O financiamento do jornal MAPA provém maioritariamente do sistema de assinaturas, de donativos e, numa parte mais reduzida, da venda direta de exemplares. Devido ao crescimento da sua estrutura (aumento do número de colaboradores e da rede de distribuição) existe uma necessidade crescente de recursos e concretamente, de dinheiro. Após cinco anos, a conclusão é de que necessitamos de uma base sólida e permanente de financiamento para fazer face a este crescimento e à necessidade de continuar por muitos mais anos a publicar informação crítica.

Para fazer frente ao ano de 2018 necessitamos de 6000€. Estes custos, abaixo dos custos reais do projeto, são o limite inferior que garante a nossa sobrevivência e nos permitem planear, de forma confortável e segura, o futuro económico do projeto sem interromper a publicação do jornal.

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Sobre o promotor

O MAPA é um projeto de informação crítica que edita, trimestralmente, o jornal MAPA em papel e anima o site jornalmapa.pt. Foi fundado em 2012 e desde então publicou 18 edições, tendo começado com apenas 16 páginas e chegando hoje às 48.

Notícias, reportagens, ilustrações, factos e opiniões, a partir de uma perspetiva livre e, portanto, longe da esfera de influência de partidos políticos ou grupos económicos de qualquer cor ou sabor. O MAPA propõe nas suas páginas o desenvolvimento da crítica enquanto alimento e incentivo do pensamento e de práticas de autonomia e liberdade em todos os aspetos da vida. Um jornal gerado a partir de um coletivo de diversidade libertária, que vê na informação uma ferramenta para a transformação social, e num projeto de informação a criação de uma alternativa consistente aos espaços informativos dominantes em Portugal, ligados, na sua maioria, a grandes interesses políticos e às grandes corporações de media.

O MAPA é uma ferramenta na divulgação das ideias e dos debates que se desenvolvem em torno de lutas sociais, ambientais e económicas, que nascem na sociedade portuguesa e no resto do mundo.

Nas suas páginas têm presença habitual temas estruturantes da atualidade, como as transformações e os processos destrutivos do território rural e natural, as implicações ecológicas e sociais dos modelos de desenvolvimento, como o energético e alimentar, impostos aos habitantes deste planeta, a violência policial, o controlo do Estado sobre os cidadãos, as cidades e o espaço urbano. O MAPA é um canal de comunicação mas também um território de resistência em tempos de guerra.

O cabeçalho da edição em papel

O cabeçalho da edição em papel

Como funciona?

O projeto é pensado e gerido por um coletivo editorial que se organiza de forma horizontal e através da Associação Mapa Crítico, onde o uso dos recursos online são essenciais dada a dispersão geográfica dos seus elementos. É em assembleia que são tomadas as decisões sobre o que publicar e como organizar as edições e toda a estrutura. No MAPA o trabalho é voluntário, seja ao nível das colaborações, como a escrita de artigos, ilustração, fotografia e design, seja ao nível da distribuição e a gestão do projeto em papel e na web. O coletivo segue também um modelo aberto em que propostas podem ser apresentadas vindas de leitores, da sua comunidade de apoiantes ou do público em geral.

 

Para consultar e ler as edições online basta aceder ao

jornalmapa.pt

twitter

facebook

geral@jornalmapa.pt

Acede à página do crowdfunding aqui e dá uma ajudinha!

Orçamento e prazos

Duração da campanha: 16 de Janeiro a 16 Março

Total: 6000€

Comissão PPL: 516.60€

Impressão do jornal mapa: 65% (3564.21€)

Distribuição: 20 % (1096.68 €)

Custos fixos: 15% (822.51 €)

Imagens

Convocatória para Assembleia Geral Electiva da associação GAIA

Convocatória

Ao abrigo dos art. 15º e 16º dos nossos estatutos, convocam-se todos os sócios da associação GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental para uma Assembleia Geral Electiva a realizar no dia 8 de Dezembro de 2017, pelas 11 horas, no espaço de trabalho do núcleo do Alentejo “Oficina São Luís”, sito nas instalações anexas à Junta de Freguesia de São Luís, na localidade de São Luís, com a seguinte ordem de trabalhos:

  • Ponto 1 – Apresentação e votação do Relatório de Contas de 2016
  • Ponto 2 – Apresentação e votação do Relatório de Actividades de 2017 dos núcleos Lisboa e Alentejo
  • Ponto 3 – Apresentação e votação do Plano de Actividades para 2018
  • Ponto 4 – Eleição dos membros dos órgãos sociais
  • Ponto 5 – Deliberação e votação de uma alteração nos estatutos: Artigo 10º ponto 6 passará a ter nova redacção, a saber “A duração do mandato do Conselho Executivo é de 2 anos.”
  • Ponto 6 – Outros assuntos

Não estando presente à hora marcada o número mínimo de sócios para iniciar a deliberação, a Assembleia Geral reunirá meia hora depois, em segunda convocatória, com os sócios presentes.

Lisboa, 30 de Novembro de 2017

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Apresentação da lista candidata aos órgãos sociais para o mandato 2017-2019

Os representantes da Mesa da Assembleia Geral, na sua qualidade de Comissão Eleitoral, informam que receberam uma única lista candidata às eleições para os órgãos sociais, para o mandato  que inicia no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezassete e termina no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezanove, inclusive.

Apresenta-se a lista única, a saber:

Conselho Executivo:

Presidente: Lanca Elvira Horstink

Vice-Presidente: Sara Rodrigues da Costa Serrão

Tesoureira: Mara Carolina Carvalho Sé

1º Secretário: Ana Rita Magalhães

2º Secretário: André Simão Studer Ferreira

Conselho Fiscal:

Presidente: Clément Fraisse

1º Secretário: Mehmet Ali Uzelgun

2º Secretário: Rita Queiroga Bento

Mesa da Assembleia Geral:

Presidente: Maria Leonor Valfigueira Coimbra

1º Secretário: Sinan Eden

2º Secretário:  Idalina Maria Fernandes de Jesus

 

Lisboa, 24 de Novembro de 2017

Em representação da Comissão Eleitoral,

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Convite aos associados do GAIA para apresentar listas candidatas à eleição dos órgãos sociais

Em cumprimento com o Artigo nº 10 do estatutos, a Mesa da Assembleia Geral do GAIA – Grupo de Acção e Interacção Ambiental, na sua qualidade de Comissão Eleitoral, convida a todos os associados interessados a apresentarem listas candidatas às eleições para os órgãos sociais, que terão lugar no dia oito de Dezembro de dois mil e dezassete.

Os órgãos sociais serão eleitos para o novo mandato de dois anos que inicia no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezassete e termina no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezanove, inclusive.

Das listas candidatas devem constar cinco nomes para o Conselho Executivo, três nomes para a Mesa da Assembleia Geral e três nomes para o Conselho Fiscal.

As listas candidatas devem ser entregues à Presidente da Mesa da Assembleia Geral até às onze horas do dia vinte e quatro de Novembro, utilizando para este efeito o email geral do GAIA, gaia@gaia.org.pt

Lisboa, 17 de Novembro de 2017

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Apelo GAIA VIVA! Grão a grão, sustenta-se uma associação :-))

O GAIA lança apelo a antig@s e nov@s associad@s: ajudam-nos a manter esta associação VIVA?

Como colectivo independente, uma ave rara no meio ecologista que aposta na crítica social, no Faz-Tu-Mesmo e na economia solidária, o GAIA tem opções limitadas de financiamento. Neste momento, e apesar de sermos muito poupadinh@s, o nosso papo está a ficar sem grãos! Apelamos por isso a antig@s e nov@s associad@s para que agarrem o GAIA para a manter VIVA!

Como associad@:

  • apoias um colectivo auto-organizado crítico e activista, para que este possa manter a sua independência*.
  • passas a receber e poder difundir (boas e más) notícias sobre ecologia e as diferentes causas e lutas em que nos empenhamos como associação.
  • ajudas a organizar e/ou participas nas actividades do GAIA Lisboa, do GAIA Alentejo, ou ainda em eventos e iniciativas a nível nacional. As nossas actividades regulares são os Jantares Populares com temas políticos, as Cicloficinas, a Loja Grátis e a nossa Sementeca. Além disso dinamizamos eventos (conferências, oficinas, tertúlias, bancas, acções) para as campanhas e plataformas de que fazemos parte e fazemos eventos conjuntos com outros colectivos.

O que é o GAIA?

O GAIA—Grupo de Acção e Intervenção Ambiental é uma associação ecologista, inovadora, plural, apartidária e não hierárquica, que tem núcleos em Lisboa e no Alentejo. Para além de colaborar frequentemente com outras associações portuguesas, faz parte de várias redes nacionais, europeias e globais, entre elas a Plataforma Transgénicos Fora, o Climáximo, a Plataforma Salvar o Tua, a Campanha Sementes Livres, a Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, a Plataforma No Patents On Seeds, a Campanha das Autarquias Livres de Petróleo e Gás e a Campanha Empregos para o Clima.

O GAIA é uma associação do ambiente com uma forte componente activista, que combina a co-aprendizagem Faz-Tu-Mesmo com acções directas, criativas e não-violentas e promove o trabalho a partir das bases.

Para conheceres melhor o GAIA, os seus princípios, propostas e actividades, explora este portal ou contacta-nos.

O que se passa?

O GAIA não aceita financiamento de corporações, bancos ou partidos nem de fundações ligadas a corporações. O acesso a fundos europeus tem estado seriamente comprometido desde há dois anos com as novas regras. A associação vive por isso principalmente do apoio de indivídu@s: dos pequenos rendimentos dos seus conhecidos Jantares Populares e de alguns contributos nas suas iniciativas Recicleta, Loja Grátis ou Sementeca. Mas as tarefas para manter esta associação VIVA frequentemente superam as mãos disponíveis e os nossos gastos mensais, apesar de mínimos (rondam os 200 oiros em Lisboa), começaram a ultrapassar as receitas.

Precisamos de voltar a agitar a galinha e encher o papo, e pode ser grão a grão!

Como podes tornar-te associad@ ou renovar a tua ligação ao GAIA?

  • pessoalmente, visitando-nos no GAIA Lisboa ou no GAIA Alentejo, num evento ou numa das assembleias quinzenais.
  • apoiando-nos com o teu donativo ou quota anual, presencialmente ou por transferência para o NIB 0035 0298 0000 6902130 27 (deixa-nos teu nome, contribuinte e localidade, p.f.). Donativos regulares inferiores a 5 oiros ou donativos não monetários são igualmente muito bem vindos.**

* Nem o valor nem a natureza da quota estão fixos, tu decides qual o contributo que queres dar e de que forma (tempo, materiais úteis, saberes e fazeres, e/ou um donativo monetário).

** Para valores inferiores a 5 oiros, agradecemos apenas que o faças presencialmente, por causa das despesas burocráticas associadas!

AGRADECEMOS O QUE VEM POR BEM!

Curso Intensivo em Ativismo Climático

A urgência da crise climática exige uma radicalização da sociedade em geral, e uma politização rápida do movimento ambientalista em particular. Isto significa formar ativistas e militantes que entendam que estamos numa luta com um prazo (muito curto), e que sejam capazes de um pensamento estratégico. Nestas sessões, a nossa intenção é fortalecer uma abordagem anti-capitalista às alterações climáticas e organizar os participantes para lutarem pela justiça climática.

Sessões:

15 de novembro: Ciência Climática: o quinto relatório de avaliação do IPCC

22 de novembro: Justiça Climática: quem são os responsáveis, e quem são os afetados?

29 de novembro: Soluções Falsas e Soluções Verdadeiras para a crise climática

6 de dezembro: Democracia Energética e Transição Justa

13 de dezembro: Movimentos Sociais e Estratégias: teorias de mudança e escalamento de conflito

20 de dezembro: Movimento climático no mundo e em Portugal: dinâmicas, campanhas, grupos, redes

Todas as sessões começam às 19h00 e têm uma duração de 90 minutos.

Organização: Climáximo e GAIA

Participação:

A participação é sujeita a inscrição online prévia. Pedimos um donativo simbólico de 5€ por sessão (ou de 25€ para o programa completo), que será usado nas próximas iniciativas do GAIA e do Climáximo.

https://climaximo.wordpress.com/2017/10/15/curso-intensivo-em-ativismo-climatico/

GAIA participa da formação da rede Sustranet

Recentemente tivémos a oportunidade de participar num seminário organizado por iliosporoi da Grécia. Este seminário reuniu diversas associações europeias com ampla experiência e actividade em temas de sustentabilidade ambiental. Entre as quais  La Fabbrica del Sole (Itália), Sun Seed Desert Technology (Espanha),  Arci Chieti (Itália), Seyn (Bélgica), Agronauten (Alemanha), Ecobytes (Alemanha) e a Associação de Permacultura Látvia. 

Em resultado deste seminário demos origem à formação da rede “Sustainability Transition Network” (SUSTRANET) cujo objectivo é unir o potencial abrangente de conhecimento, experiência e actividades destas várias iniciativas e associações europeias para impulsionar uma maior capacitação educacional para as iniciativas de transição e sustentabilidade pela Europa.

Os dias começavam com práticas de exercício físico, como yoga, exercícios de grupo “energizers” e abundantes pequenos almoços temperados a tahini com mel.  De seguida prosseguiam com diversas actividades, tendo por base oficinas teóricas discussões de grupo onde foram discutidos temas como: networking, ferramentas de educação informal e softwere opensource. Um dos objectivos para melhor articulação da sustentabilidade da própria rede sustranet foi aprender a esboçar propostas para candidaturas a programas de financiamento erasmus +.Nos intervalos tínhamos oportunidade de explorar a floresta em redor e a magnífica praia de Vlachia.

Tivémos oportunidade de compartilhar da diversidade cultural dos participantes através de confeção colectiva de versões vegans e bio da gastronomia tradicional de cada país, bem como desfrutar de momentos musicais. Estamos entusiasmados por participar desta dinâmica rede, e desde já agradecemos a iniciativa inicial a Iliosporoi.

O seminário decorreu no espaço offgrid do colectivo Stagones, em Vlachia, na Ilha de Evia, Grécia, entre 8 e 15 de Setembro de 2017, e foi financiado pelo programa Erasmus+.

Campanha Nacional apresenta Posições das Candidaturas sobre Petróleo e Gás – Sines – 16h

Este Sábado, dia 23 de setembro, a campanha Autarquias Livres de Petróleo e Gás vai apresentar o mapa final com as posições das candidaturas em 58 municípios afetados e ameaçados pelas concessões para prospeção e exploração de petróleo e gás.

A campanha, lançada no passado junho, juntou quase 20 organizações da sociedade civil para “tirar o assunto a limpo”, pedindo uma tomada de posição clara e sem ambiguidade a todas as candidaturas. As organizações contactaram as candidaturas e pediram um compromisso escrito contra a prospeção e exploração de petróleo e gás no seu município. As respostas rececionadas foram registadas num mapa, que está disponível no site da campanha.

Nesta sessão serão apresentados os resultados finais da campanha.

As organizações envolvidas nesta campanha, nomeadamente Alentejo Litoral pelo Ambiente, ASMAA, A Nossa Terra, Climáximo, Coletivo Clima, GAIA, GEOTA, Hidrosfera, Marinha Grande Livre de Petróleo, Não ao Fracking Aljezur, Peniche Livre de Petróleo, Plataforma Algarve Livre de Petróleo, Porto sem OGM, SCIAENA, Stop Fracking Vila do Bispo, Tamera, Tavira em Transição e Zero convidam tod@s a estarem presentes na apresentação do mapa final.

A apresentação terá lugar este Sábado, dia 23,  às 16h00 no Hostel Allmar, junto à igreja matriz, em Sines.

Para mais informação: http://autarquiaslivresdepetroleo.pt

Delegação europeia visita terras indígenas dos Guarani Kaiowá

Sigam aqui os relatos da observadora portuguesa, Sara Baga.

Notícias sobre o arranque da viagem da delegação e a representante portuguesa:

Público

Diário de Notícias/ Lusa

Contexto actual da luta pelas terras indígenas, avanços e recuos…:

Governo Temer agrava a situação dos índios, notícia do dia 24/8:

Temer manda extinguir reserva natural de quatro milhões de hectares

16/8: Importante decisão do Supremo Tribunal para não reconhecer danos ao Estado de Mato Grosso por perda de terras indígenas

STF nega a MT pedidos de indenização por desapropriação de terras indígenas

1ª Reunião da delegação dos observadores dos direitos dos povos Guarani Kaiowá, com três lideres locais em Dourados, MGS

 

23 de Agosto, São Paulo—De 23 a 28 de agosto, uma delegação de oito observadores pelos direitos humanos da Itália, Alemanha, Espanha e Portugal estarão visitando as terras indígenas do povo Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul.

O objetivo dos observadores internacionais é sobretudo conhecer a situação em que se encontra um dos povos mais ameaçados pela investida do agronegócio no Brasil, discutir formas de cooperação internacional e estabelecer canais de comunicação direta entre uma rede de apoio que se está criando na Europa e as comunidades Guarani Kaiowá.

Representando diferentes organizações sociais, coletivos e redes de solidariedade internacional de seus respectivos países, os observadores serão acompanhados por algumas lideranças e outros membros que fazem parte do Conselho da Aty Guasu, a Grande Assembleia Guarani Kaiowá. No programa estão previstas visitas aos acampamentos à margem de rodovias, às aldeias, às àreas de retomadas e aos lugares onde recentemente foram encontrados corpos de Guarani Kaiowá que eram tidos como desaparecidos.

Em suas agendas os ativistas também se encontrarão com estudiosos e representantes de entidades que há anos contribuem para a defesa dos povos indígenas da região. A ideia é ainda produzir boletins diários para informar as entidades, rádios, jornais e redes sociais com os quais estão em contato na Europa.

Para contatos com os integrantes da delegação europeia:

Paulo Lima

E-mail: paulo@viracao.org

Tel.: +55 (11) 94104 1241

Nota e apelo: Uma portuguesa, Sara Baga, realizadora do documentário Seed ACT e activista da Campanha pelas Sementes Livres, integra a comitiva que foi defender e chamar atenção para os direitos dos Guarani Kaiowá. As despesas da sua viagem (Lisboa-São Paulo e depois por estrada em Mato Grosso do Sul), estimadas em cerca de 1.500 a 1.600 euros, ainda só foram parcialmente cobertas (cerca de 1.000 euros), entre outros com o apoio do partido Pessoas-Animais-Natureza, PAN). A delegação, por questões de segurança, não pode ser acolhida nas aldeais indígenas e regressa todas as noites a um hotel, o que encarece a viagem. Se quiseres ajudar, faz um donativo para o NIB 0035 0298 0000 6902130 27, da associação GAIA. Dá nome e contribuinte (envia a lisboa@gaia.org.pt) para passarmos o recibo. Muito gratas!!

Sara Baga, realizadora e activista