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Prémio Guarda-Rios 2018

Divulgação do Prémio Guarda-Rios 2018

Pelo Site,  Rios Livres do Geota.

“Sejam muito bem-vindos/as à primeira edição do PRÉMIO GUARDA-RIOS.

Entre o Dia Internacional da Ação pelos Rios e Contra as Barragens (14 de março) e o Dia Mundial da Terra (22 de abril), contamos contigo para eleger a quem atribuir um prémio de boas práticas (Guarda-Rios) e outro de más práticas (Guarda-Rios de Luto), àqueles/as que afectam o presente e o futuro dos rios em Portugal.

Participa, ajuda-nos a proteger os rios e começa connosco uma tradição anual!

Até 31 de março, estão abertas as nomeações

(ver no site)

A partir de 2 abril, abrirão as votações online, com base nos nomeados/as do público.

Além do prémio do público, o GEOTA também premiará uma pessoa ou entidade em cada uma das categorias.

Dia 22 de Abril, revelamos os/as vencedores/as: as escolhas do público e as escolhas do GEOTA.”

Parilhem o artigo do Geota.

Manifestação: Enterrar de vez o furo, Tirar as Petrolíferas do Mar – 14 de Abril – Praça Camões – 15h

A ameaça de furos de petróleo paira sobre nós. Adiamentos, prorrogações, avaliações de impacto ambiental, renegociações… É hora de acabar de vez com as ameaças de furo de petróleo em Portugal. A força das populações, movimentos e autarcas, unidos a uma só voz para dizer não, para dizer que um furo de petróleo é uma guerra, será ouvida.

Porque precisamos de deixar de consumir combustíveis fósseis, de parar de investir numa indústria obsoleta que nos empurra a todos para o abismo, dizemos não. Porque precisamos de preservar o nosso litoral e o nosso interior, salvaguardar a sua biodiversidade da poluição catastrófica que significa o petróleo e o gás, dizemos não. Porque respeitamos as populações, actuais e futuras, dizemos não. Porque temos de travar as alterações climáticas e só o faremos se pararmos definitivamente de explorar e queimar hidrocarbonetos, dizemos não! Vamos enterrar de vez este furo, acabar com todos estes contratos e correr de vez para as energias limpas, rumo ao futuro.

Dia 14 de abril marchamos, desde o Largo de Camões até à Assembleia da República. Marchamos, vindos do Norte e do Sul, do Algarve, do Alentejo, de Peniche, do Porto, da Batalha e de Pombal. Marchamos pelo futuro. Vamos enterrar de vez este furo.

INSCRIÇÃO PARA OS AUTOCARROS: www.salvaroclima.pt

Subscritores (em atualização):

Academia Cidadã, Alentejo Litoral pelo Ambiente, ASMAA – Algarve Surf and Maritime Activities Association, Climáximo, Coletivo Clima, Coopérnico, Futuro Limpo, GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, Linha Vermelha, Núcleo do Ambiente da FLUL, Sciaena, Tamera, Peniche Livre de Petróleo, Plataforma Algarve Livre de Petróleo, Stop Petróleo Vila do Bispo, Tavira em Transição, Zero.

As organizações que gostariam de subscrever a convocatória, podem enviar email a enterrardevezofuro [-at-] salvaroclima.pt .

Rock in Riot – Ocupar as Ruas, Reclamar a Cidade – Dia 24 de Março – 16h – Alameda

Próximo dia 24 de Março às 16h na Alameda vamos todis reclamar a cidade para todas as pessoas!

Ocupar a rua, reclamar a Cidade

A modernização de Lisboa nas últimas décadas tem vindo a redesenhar o território metropolitano enquanto um gigantesco negócio. Os espaços que outrora eram vividos colectivamente estão agora reconfigurados enquanto mero meio de criar dinheiro e as infraestruturas que visavam organizar a vida colectiva parecem agora apenas organizar a velocidade das interacções económicas.

O preço da habitação disparou, assim como dispararam os despejos. Encontrar casa para viver é difícil e nenhum inquilino se sente seguro. A habitação deixou de ser o local onde vivemos para se tornar num investimento. Por isso há cada vez mais casas não habitadas, casas com janelas emparedadas e cada vez menos sítios para viver.

A cidade é um bem comum, colectivamente produzido por todos os que nela habitam. Um pouco por todo o lado surgem processos de resistência que procuram salvaguardar e organizar os restos de comunidade que sobrevivem por entre a especulação e a comercialização de todos os aspectos da vida. Contra eles, o poder encontra sempre novas formas de sistematizar, separar, atomizar e dividir as populações.

Uma perspectiva alargada da cidade torna claro que o aumento dos preços da habitação é fruto dos negócios partilhados entre banca, fundos imobiliários e o poder autárquico; a expulsão das populações mais pobres e marginalizadas do centro; a gestão policial dos bairros das periferias e o policiamento de comportamentos e expressões corporais no espaço público; ou a privatização de ruas, praças, jardins e teatros municipais não são fenómenos separados, mas constituem expressão da forma como o espaço urbano se tornou numa máquina produtora de capital.

Contra esta lógica, vamos estar em festa na rua no dia 24 de março, entre a Alameda e o Intendente. Para mostrar que não concordamos com as políticas e a gestão que os poderes públicos têm feito da cidade e metrópole de Lisboa, nem com o papel que essas políticas nos atribuem. Fazendo uso da rua, afirmamos uma reapropriação da cidade.

Apelamos à participação de todos e todas. Tragam bicicletas, skates, patins. Se queres participar com um sistema de som, com uma carrinha alegórica ou outro tipo de veículo motorizado contacta com a organização: rockinriot2018@gmail.com

Apoia o jornal MAPA – Apoia a Informação livre e crítica!


O MAPA é um projeto de informação crítica que edita um jornal em papel distribuído de Norte a Sul de Portugal. Através de um campanha de crowdfunding tencionamos financiar o ano de 2018.


Um jornal em papel e um projecto de informação que necessita financiar a sua actividade durante o ano de 2018. O financiamento do jornal MAPA provém maioritariamente do sistema de assinaturas, de donativos e, numa parte mais reduzida, da venda direta de exemplares. Devido ao crescimento da sua estrutura (aumento do número de colaboradores e da rede de distribuição) existe uma necessidade crescente de recursos e concretamente, de dinheiro. Após cinco anos, a conclusão é de que necessitamos de uma base sólida e permanente de financiamento para fazer face a este crescimento e à necessidade de continuar por muitos mais anos a publicar informação crítica.

Para fazer frente ao ano de 2018 necessitamos de 6000€. Estes custos, abaixo dos custos reais do projeto, são o limite inferior que garante a nossa sobrevivência e nos permitem planear, de forma confortável e segura, o futuro económico do projeto sem interromper a publicação do jornal.

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Sobre o promotor

O MAPA é um projeto de informação crítica que edita, trimestralmente, o jornal MAPA em papel e anima o site jornalmapa.pt. Foi fundado em 2012 e desde então publicou 18 edições, tendo começado com apenas 16 páginas e chegando hoje às 48.

Notícias, reportagens, ilustrações, factos e opiniões, a partir de uma perspetiva livre e, portanto, longe da esfera de influência de partidos políticos ou grupos económicos de qualquer cor ou sabor. O MAPA propõe nas suas páginas o desenvolvimento da crítica enquanto alimento e incentivo do pensamento e de práticas de autonomia e liberdade em todos os aspetos da vida. Um jornal gerado a partir de um coletivo de diversidade libertária, que vê na informação uma ferramenta para a transformação social, e num projeto de informação a criação de uma alternativa consistente aos espaços informativos dominantes em Portugal, ligados, na sua maioria, a grandes interesses políticos e às grandes corporações de media.

O MAPA é uma ferramenta na divulgação das ideias e dos debates que se desenvolvem em torno de lutas sociais, ambientais e económicas, que nascem na sociedade portuguesa e no resto do mundo.

Nas suas páginas têm presença habitual temas estruturantes da atualidade, como as transformações e os processos destrutivos do território rural e natural, as implicações ecológicas e sociais dos modelos de desenvolvimento, como o energético e alimentar, impostos aos habitantes deste planeta, a violência policial, o controlo do Estado sobre os cidadãos, as cidades e o espaço urbano. O MAPA é um canal de comunicação mas também um território de resistência em tempos de guerra.

O cabeçalho da edição em papel

O cabeçalho da edição em papel

Como funciona?

O projeto é pensado e gerido por um coletivo editorial que se organiza de forma horizontal e através da Associação Mapa Crítico, onde o uso dos recursos online são essenciais dada a dispersão geográfica dos seus elementos. É em assembleia que são tomadas as decisões sobre o que publicar e como organizar as edições e toda a estrutura. No MAPA o trabalho é voluntário, seja ao nível das colaborações, como a escrita de artigos, ilustração, fotografia e design, seja ao nível da distribuição e a gestão do projeto em papel e na web. O coletivo segue também um modelo aberto em que propostas podem ser apresentadas vindas de leitores, da sua comunidade de apoiantes ou do público em geral.

 

Para consultar e ler as edições online basta aceder ao

jornalmapa.pt

twitter

facebook

geral@jornalmapa.pt

Acede à página do crowdfunding aqui e dá uma ajudinha!

Orçamento e prazos

Duração da campanha: 16 de Janeiro a 16 Março

Total: 6000€

Comissão PPL: 516.60€

Impressão do jornal mapa: 65% (3564.21€)

Distribuição: 20 % (1096.68 €)

Custos fixos: 15% (822.51 €)

Imagens

Convocatória para Assembleia Geral Electiva da associação GAIA

Convocatória

Ao abrigo dos art. 15º e 16º dos nossos estatutos, convocam-se todos os sócios da associação GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental para uma Assembleia Geral Electiva a realizar no dia 8 de Dezembro de 2017, pelas 11 horas, no espaço de trabalho do núcleo do Alentejo “Oficina São Luís”, sito nas instalações anexas à Junta de Freguesia de São Luís, na localidade de São Luís, com a seguinte ordem de trabalhos:

  • Ponto 1 – Apresentação e votação do Relatório de Contas de 2016
  • Ponto 2 – Apresentação e votação do Relatório de Actividades de 2017 dos núcleos Lisboa e Alentejo
  • Ponto 3 – Apresentação e votação do Plano de Actividades para 2018
  • Ponto 4 – Eleição dos membros dos órgãos sociais
  • Ponto 5 – Deliberação e votação de uma alteração nos estatutos: Artigo 10º ponto 6 passará a ter nova redacção, a saber “A duração do mandato do Conselho Executivo é de 2 anos.”
  • Ponto 6 – Outros assuntos

Não estando presente à hora marcada o número mínimo de sócios para iniciar a deliberação, a Assembleia Geral reunirá meia hora depois, em segunda convocatória, com os sócios presentes.

Lisboa, 30 de Novembro de 2017

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Apresentação da lista candidata aos órgãos sociais para o mandato 2017-2019

Os representantes da Mesa da Assembleia Geral, na sua qualidade de Comissão Eleitoral, informam que receberam uma única lista candidata às eleições para os órgãos sociais, para o mandato  que inicia no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezassete e termina no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezanove, inclusive.

Apresenta-se a lista única, a saber:

Conselho Executivo:

Presidente: Lanca Elvira Horstink

Vice-Presidente: Sara Rodrigues da Costa Serrão

Tesoureira: Mara Carolina Carvalho Sé

1º Secretário: Ana Rita Magalhães

2º Secretário: André Simão Studer Ferreira

Conselho Fiscal:

Presidente: Clément Fraisse

1º Secretário: Mehmet Ali Uzelgun

2º Secretário: Rita Queiroga Bento

Mesa da Assembleia Geral:

Presidente: Maria Leonor Valfigueira Coimbra

1º Secretário: Sinan Eden

2º Secretário:  Idalina Maria Fernandes de Jesus

 

Lisboa, 24 de Novembro de 2017

Em representação da Comissão Eleitoral,

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Convite aos associados do GAIA para apresentar listas candidatas à eleição dos órgãos sociais

Em cumprimento com o Artigo nº 10 do estatutos, a Mesa da Assembleia Geral do GAIA – Grupo de Acção e Interacção Ambiental, na sua qualidade de Comissão Eleitoral, convida a todos os associados interessados a apresentarem listas candidatas às eleições para os órgãos sociais, que terão lugar no dia oito de Dezembro de dois mil e dezassete.

Os órgãos sociais serão eleitos para o novo mandato de dois anos que inicia no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezassete e termina no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezanove, inclusive.

Das listas candidatas devem constar cinco nomes para o Conselho Executivo, três nomes para a Mesa da Assembleia Geral e três nomes para o Conselho Fiscal.

As listas candidatas devem ser entregues à Presidente da Mesa da Assembleia Geral até às onze horas do dia vinte e quatro de Novembro, utilizando para este efeito o email geral do GAIA, gaia@gaia.org.pt

Lisboa, 17 de Novembro de 2017

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Apelo GAIA VIVA! Grão a grão, sustenta-se uma associação :-))

O GAIA lança apelo a antig@s e nov@s associad@s: ajudam-nos a manter esta associação VIVA?

Como colectivo independente, uma ave rara no meio ecologista que aposta na crítica social, no Faz-Tu-Mesmo e na economia solidária, o GAIA tem opções limitadas de financiamento. Neste momento, e apesar de sermos muito poupadinh@s, o nosso papo está a ficar sem grãos! Apelamos por isso a antig@s e nov@s associad@s para que agarrem o GAIA para a manter VIVA!

Como associad@:

  • apoias um colectivo auto-organizado crítico e activista, para que este possa manter a sua independência*.
  • passas a receber e poder difundir (boas e más) notícias sobre ecologia e as diferentes causas e lutas em que nos empenhamos como associação.
  • ajudas a organizar e/ou participas nas actividades do GAIA Lisboa, do GAIA Alentejo, ou ainda em eventos e iniciativas a nível nacional. As nossas actividades regulares são os Jantares Populares com temas políticos, as Cicloficinas, a Loja Grátis e a nossa Sementeca. Além disso dinamizamos eventos (conferências, oficinas, tertúlias, bancas, acções) para as campanhas e plataformas de que fazemos parte e fazemos eventos conjuntos com outros colectivos.

O que é o GAIA?

O GAIA—Grupo de Acção e Intervenção Ambiental é uma associação ecologista, inovadora, plural, apartidária e não hierárquica, que tem núcleos em Lisboa e no Alentejo. Para além de colaborar frequentemente com outras associações portuguesas, faz parte de várias redes nacionais, europeias e globais, entre elas a Plataforma Transgénicos Fora, o Climáximo, a Plataforma Salvar o Tua, a Campanha Sementes Livres, a Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, a Plataforma No Patents On Seeds, a Campanha das Autarquias Livres de Petróleo e Gás e a Campanha Empregos para o Clima.

O GAIA é uma associação do ambiente com uma forte componente activista, que combina a co-aprendizagem Faz-Tu-Mesmo com acções directas, criativas e não-violentas e promove o trabalho a partir das bases.

Para conheceres melhor o GAIA, os seus princípios, propostas e actividades, explora este portal ou contacta-nos.

O que se passa?

O GAIA não aceita financiamento de corporações, bancos ou partidos nem de fundações ligadas a corporações. O acesso a fundos europeus tem estado seriamente comprometido desde há dois anos com as novas regras. A associação vive por isso principalmente do apoio de indivídu@s: dos pequenos rendimentos dos seus conhecidos Jantares Populares e de alguns contributos nas suas iniciativas Recicleta, Loja Grátis ou Sementeca. Mas as tarefas para manter esta associação VIVA frequentemente superam as mãos disponíveis e os nossos gastos mensais, apesar de mínimos (rondam os 200 oiros em Lisboa), começaram a ultrapassar as receitas.

Precisamos de voltar a agitar a galinha e encher o papo, e pode ser grão a grão!

Como podes tornar-te associad@ ou renovar a tua ligação ao GAIA?

  • pessoalmente, visitando-nos no GAIA Lisboa ou no GAIA Alentejo, num evento ou numa das assembleias quinzenais.
  • apoiando-nos com o teu donativo ou quota anual, presencialmente ou por transferência para o NIB 0035 0298 0000 6902130 27 (deixa-nos teu nome, contribuinte e localidade, p.f.). Donativos regulares inferiores a 5 oiros ou donativos não monetários são igualmente muito bem vindos.**

* Nem o valor nem a natureza da quota estão fixos, tu decides qual o contributo que queres dar e de que forma (tempo, materiais úteis, saberes e fazeres, e/ou um donativo monetário).

** Para valores inferiores a 5 oiros, agradecemos apenas que o faças presencialmente, por causa das despesas burocráticas associadas!

AGRADECEMOS O QUE VEM POR BEM!

Curso Intensivo em Ativismo Climático

A urgência da crise climática exige uma radicalização da sociedade em geral, e uma politização rápida do movimento ambientalista em particular. Isto significa formar ativistas e militantes que entendam que estamos numa luta com um prazo (muito curto), e que sejam capazes de um pensamento estratégico. Nestas sessões, a nossa intenção é fortalecer uma abordagem anti-capitalista às alterações climáticas e organizar os participantes para lutarem pela justiça climática.

Sessões:

15 de novembro: Ciência Climática: o quinto relatório de avaliação do IPCC

22 de novembro: Justiça Climática: quem são os responsáveis, e quem são os afetados?

29 de novembro: Soluções Falsas e Soluções Verdadeiras para a crise climática

6 de dezembro: Democracia Energética e Transição Justa

13 de dezembro: Movimentos Sociais e Estratégias: teorias de mudança e escalamento de conflito

20 de dezembro: Movimento climático no mundo e em Portugal: dinâmicas, campanhas, grupos, redes

Todas as sessões começam às 19h00 e têm uma duração de 90 minutos.

Organização: Climáximo e GAIA

Participação:

A participação é sujeita a inscrição online prévia. Pedimos um donativo simbólico de 5€ por sessão (ou de 25€ para o programa completo), que será usado nas próximas iniciativas do GAIA e do Climáximo.

https://climaximo.wordpress.com/2017/10/15/curso-intensivo-em-ativismo-climatico/