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8 de Dezembro: Jantar Popular com Tribodar «Floresta de Comida»

A comunidade Tribodar vem ao GAIA com o intuito de mostrar às pessoas como fazer crescer comida biológica eficazmente, de maneira sustentável, mesmo em espaço limitado e dar a conhecer o trabalho muito produtivo da Agro-Floresta da Tribodar, orientada por Gennaro Cardone. No final haverá espaço para todas as perguntas. O jantar será biológico com produtos também da nossa floresta de comida. O lucro deste jantar será investido em árvores para o crescimento da nossa Agro- Floresta.

Menu:

Risoto de Cogumelos, Batatas e Salada
Chá de Menta
Pudim de figos com creme de Cacau

Ajudar > 18h Comer > 20h Conversa > 21h

O que é o Jantar Popular?

– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Jantar Popular “De Mangaia a Tikopia – como a agrofloresta pode ser a diferença entre colapso e sustentabilidade”

Jantar Popular 16 de Março: De Mangaia a Tikopia – como a agrofloresta pode ser a diferença entre colapso e sustentabilidade

Pode a agrofloresta resgatar uma sociedade cuja cultura alimentar anda à deriva? As histórias das ilhas de Mangaia e Tikopia, no Pacífico, mostram que os métodos de produção alimentar podem decidir o rumo ecológico e social das civilizações e ser a diferença entre o definhamento ou sustentabilidade de uma sociedade.


A forma como as populações de Mangaia e Tikopia cultivaram o seu alimento determinou a saúde dos seus solos e biodiversidade de que dependiam. A escala a que as decisões foram tomadas foi decisiva para os rumos opostos destas duas sociedades.

No caso da nossa sociedade global, o que chega aos nossos pratos é maioritariamente produzido com métodos destrutivos para os solos e ecossistemas, embora esses efeitos sejam artificialmente mascarados pelo uso de fertilizantes e outros inputs sintéticos que apenas adiam (e agravam) o inevitável colapso dos sistemas agro-alimentares actuais.

O que significam para nós os erros e escolhas das populações de Mangaia e Tikopia? O que têm em comum os indígenas de Tikopia nas ilhas Salomão e os Guarani do Brasil, e de que forma podemos aprender com as cosmovisões de povos que mantiveram os seus habitats estáveis ao longo de milénios? A conversa parte dos registos históricos das ilhas do Pacífico trazida pelo Fernando e uma perspectiva das cosmovisões dos Guarani partilhada pela Sara, para uma conversa sobre o que tudo isso pode ter a ver connosco e com o tipo de sistemas alimentares e valores que desejamos cultivar!

>> 18h ajudar

>>20h comer

>>21h conversar com Fernando Sousa e Sara Baga

 

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.