Conversas com Energia: A Coopérnico vai ao Jantar Popular do GAIA dia 18 de Dezembro!

Mais sobre Coopernico

Ajudar > 17h30   Conversa com Energia > 19h   Comer > 20h30

O que é o Jantar Popular?

– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Zero Waste training skills: Jantar Pop Desperdício Zero

Há coisas que têm de mudar, uma delas é que é urgente deixarmos de produzir desperdício. Um grupo internacional de jovens encontrou-se no último oásis do deserto de Almeria, em Los Molinos, Espanha, para participar numa formação Zero Waste coordenada pelo GAIA (Portugal), SunSeed Desert Tech (Espanha) e Naumani permacultura (Itália).

Queremos contar-vos sobre o que foi esta experiência, o que aprendemos, e o que aprendemos a questionar e a transformar.
O jantar será popular como de costume, os ingredientes serão frescos biológicos e provenientes de desperdício zero (depois conversaremos sobre isto também). O menu… é surpresa porque viver de acordo com a filosofia desperdício zero implica desenvolver uma arte de criatividade prática e ajuste às situações e soluções a cada momento.

O QUE SIGNIFICA “ZERO WASTE”?

A filosofia Zero Waste / Desperdício Zero faz parte da economia circular e significa muito mais do que simplesmente eliminar resíduos através da reciclagem e reutilização. Centra-se na reestruturação dos sistemas de produção e distribuição para reduzir o desperdício.
Na definição adotada pela Zero Waste International Alliance, “Zero Waste é uma meta ética, económica, eficiente e visionária, para orientar as pessoas na mudança de seus estilos de vida e práticas para emular ciclos naturais sustentáveis, onde todos os materiais descartados são projetados para se tornarem recursos para outros usos ”.

Após o jantar, pelas 21h apresentaremos o Zero waste training e teremos ainda connosco uma oficina demonstrativa de como fazer escolhas pessoais mais ecológicas menos consumistas e com menos desperdício: Ideias, receitas e objetos úteis para viver “zero waste” num contexto urbano!
Como diz a Anna Masiello que vem facilitar a sessão: Não produzir lixo pode parecer impossível… mas não é! Os resíduos são um dos maiores problemas ambientais. Como é que podemos ter um impacto menor no planeta, produzindo menos resíduos, sem nos privar de todos os comforts? Zero Waste é um conceito que promove ter uma vida com meno desperdício e lixo e mais consciência e sensibilização.”

Oficinas de Recostura para Ciclistas!

O Re:costura foi convidado pela Recicleta – G.A.I.A. para organizar duas oficinas de transformação, especialmente pensadas para os  nossos amigos ciclistas.

O objectivo destas oficinas é que cada participante fique a conhecer e compreender todo o processo de transformação da matéria reutilizada até ao objecto final. 

Numa primeira fase o processo será explicado e de seguida a cada um dos participantes será dada uma tarefa correspondente aos seus conhecimentos. Nesse sentido as oficinas vão funcionar num esquema de linha de montagem, desde o corte da matéria,  à união dos componentes e até à costura. 

Não é necessário ter conhecimentos prévios de costura.

Dia 15 de Dezembro de 2018

15h – 18h

“Vem fazer uma capa para a chuva!”

  • Todos os anos, nos meses de maiores chuvadas, são às centenas os guarda-chuvas que não aguentam a força do vento e da chuva. Por vezes encontramo-los à beira da estrada, junto a um caixote do lixo, e quem sabe trazemo-los para casa, na esperança de fazer algo com eles . A estrutura do guarda-chuva em si já não funciona, e dificilmente poderá ser reparada, mas a matéria têxtil que o compõe é uma óptima matéria prima para fazer uma capa de chuva. E é isso que vamos ensinar nesta oficina! 

Dia 19 de Janeiro de 2019

15h-18h

“Vem fazer uma mala para o selim!”

  • Numa tentativa de evitar a utilização dos sacos de plástico, os supermercados passaram a vender o sacos de tela, para poderem ser reutilizados. Com o uso frequente esses sacos começam a ficar danificados, gastos nalguma zona, ou com buracos, às vezes as alças rompem. Podemos não querer remendar um desses sacos, mas podemos sim reutilizar o material de que ele é feito, as partes boas, sem buracos, nem rasgões para fazer uma mala, transportável na bicicleta e ainda resistente à chuva. Que dizem?

Número máximo de participantes: 10

Inscrições: recostura.lx@gmail.com

Ambas as oficinas irão funcionar com a economia da dádiva.

Casa cheia para jantar, ver e conversar sobre “Para de lá dos montes”

No passado dia 22 de novembro, o GAIA Lisboa e o Coletivo O Bosque juntaram forças para proporcionar um jantar popular e uma projeção de filme no espaço do GAIA em Alfama.

A adesão do público foi extraordinária, com muitas pessoas a aparecer para cozinhar, muitas outras a vir jantar, e ainda mais a vir ver o filme.

O jantar foi confecionado sobretudo com produtos cultivados pelo O Bosque.

O coletivo acolhe e desenvolve atividades maioritariamente em torno de uma herdade alentejana perto de Estremoz, embora a maioria dos membros do coletivo resida em Lisboa. Esta circunstância ajuda atualmente a fomentar ligações entre o urbano e o rural.

O filme “Para de lá dos montes”, realizado por Daniele Grosso, membro d’O Bosque, é sobre um grupo de jovens artistas de visita à aldeia da Paradela, a norte na região de Trás-os-Montes. Juntos vão aprender a fiar a lã, a tecer, a escolher plantas comestíveis, entre outros hábitos tradicionais.

Daniele esteve presente numa semana de junho de 2017, filmando os útlimos dias desta residência artística, na qual jovens artistas viveram vários meses numa aldeia onde “quase nada acontece”, como Carolina Carvalho, uma das organizadoras, diz no filme.

A paisagem em torno de Paradela é encantadora e é fácil apaixonar-se por ela, mas as e os visitantes tiveram de se adaptar a uma realidade diferente com o tempo e o espaço. Amélio Ricardo, outro organizador, esteve presente na projeção e pôde responder a questões da audiência sobre este e outros temas que emergiram durante aqueles dias nas montanhas.

Um livro sobre “Para lá dos montes” vai ser publicado em breve, e o filme será também exibido no Norte, após esta primeira projeção em Lisboa.

Esperamos com expectativa novas colaborações de sucesso como esta entre o GAIA e O Bosque.

O site do projeto

O filme:

Os posters do filme:
Pade de lá dos montes 1
Para de lá dos montes 2

8 de Dezembro: Jantar Popular com Tribodar «Floresta de Comida»

A comunidade Tribodar vem ao GAIA com o intuito de mostrar às pessoas como fazer crescer comida biológica eficazmente, de maneira sustentável, mesmo em espaço limitado e dar a conhecer o trabalho muito produtivo da Agro-Floresta da Tribodar, orientada por Gennaro Cardone. No final haverá espaço para todas as perguntas. O jantar será biológico com produtos também da nossa floresta de comida. O lucro deste jantar será investido em árvores para o crescimento da nossa Agro- Floresta.

Menu:

Risoto de Cogumelos, Batatas e Salada
Chá de Menta
Pudim de figos com creme de Cacau

Ajudar > 18h Comer > 20h Conversa > 21h

O que é o Jantar Popular?

– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.