All posts by lisboa

Dia 23 de Janeiro no GAIA: Jantar popular “Wasted Waste”

Terça-feira, 23 de Janeiro, 20h: “Wasted Waste”

Jantar, projecção do documentário e conversa com participantes do filme

3,6 milhões de kg de comida são desperdiçados diariamente em todo o mundo. 870 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas apenas com este desperdício. 800 milhões de pessoas passam fome no nosso Planeta. 1/3 dos alimentos do Planeta vai parar ao lixo, enquanto 198 mil hectares foram usados para produzir toda a comida desperdiçada.

Este documentário é sobre estilos de vida individuais com repercussões conscientes no colectivo. Porque do ponto de vista da Natureza não existe desperdício. É a simbiose da vida. Um todo constituído de variáveis interdependentes, cada uma com sua causa e reacção. 

Freeganismo é um estilo de vida alternativo baseado no boicote ao capitalismo, com vista a diminuir o impacto causado no meio ambiente e rejeitando qualquer forma de exploração humana e animal. Fazem-no através do consumo limitado e consciente de recursos, bem como o resgate (re-aproveitamento) do desperdício. Não por necessidade. Mas por acreditarem que a sociedade produz acima das suas necessidades e possibilidades, com vista a dar continuidade a uma sociedade de consumo e crescimento ilusório. 

17h Preparação do jantar

20h Jantar popular

21h Projeção de Wasted Waste, seguido de conversa com participantes do filme

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Apoia o jornal MAPA – Apoia a Informação livre e crítica!


O MAPA é um projeto de informação crítica que edita um jornal em papel distribuído de Norte a Sul de Portugal. Através de um campanha de crowdfunding tencionamos financiar o ano de 2018.


Um jornal em papel e um projecto de informação que necessita financiar a sua actividade durante o ano de 2018. O financiamento do jornal MAPA provém maioritariamente do sistema de assinaturas, de donativos e, numa parte mais reduzida, da venda direta de exemplares. Devido ao crescimento da sua estrutura (aumento do número de colaboradores e da rede de distribuição) existe uma necessidade crescente de recursos e concretamente, de dinheiro. Após cinco anos, a conclusão é de que necessitamos de uma base sólida e permanente de financiamento para fazer face a este crescimento e à necessidade de continuar por muitos mais anos a publicar informação crítica.

Para fazer frente ao ano de 2018 necessitamos de 6000€. Estes custos, abaixo dos custos reais do projeto, são o limite inferior que garante a nossa sobrevivência e nos permitem planear, de forma confortável e segura, o futuro económico do projeto sem interromper a publicação do jornal.

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Sobre o promotor

O MAPA é um projeto de informação crítica que edita, trimestralmente, o jornal MAPA em papel e anima o site jornalmapa.pt. Foi fundado em 2012 e desde então publicou 18 edições, tendo começado com apenas 16 páginas e chegando hoje às 48.

Notícias, reportagens, ilustrações, factos e opiniões, a partir de uma perspetiva livre e, portanto, longe da esfera de influência de partidos políticos ou grupos económicos de qualquer cor ou sabor. O MAPA propõe nas suas páginas o desenvolvimento da crítica enquanto alimento e incentivo do pensamento e de práticas de autonomia e liberdade em todos os aspetos da vida. Um jornal gerado a partir de um coletivo de diversidade libertária, que vê na informação uma ferramenta para a transformação social, e num projeto de informação a criação de uma alternativa consistente aos espaços informativos dominantes em Portugal, ligados, na sua maioria, a grandes interesses políticos e às grandes corporações de media.

O MAPA é uma ferramenta na divulgação das ideias e dos debates que se desenvolvem em torno de lutas sociais, ambientais e económicas, que nascem na sociedade portuguesa e no resto do mundo.

Nas suas páginas têm presença habitual temas estruturantes da atualidade, como as transformações e os processos destrutivos do território rural e natural, as implicações ecológicas e sociais dos modelos de desenvolvimento, como o energético e alimentar, impostos aos habitantes deste planeta, a violência policial, o controlo do Estado sobre os cidadãos, as cidades e o espaço urbano. O MAPA é um canal de comunicação mas também um território de resistência em tempos de guerra.

O cabeçalho da edição em papel

O cabeçalho da edição em papel

Como funciona?

O projeto é pensado e gerido por um coletivo editorial que se organiza de forma horizontal e através da Associação Mapa Crítico, onde o uso dos recursos online são essenciais dada a dispersão geográfica dos seus elementos. É em assembleia que são tomadas as decisões sobre o que publicar e como organizar as edições e toda a estrutura. No MAPA o trabalho é voluntário, seja ao nível das colaborações, como a escrita de artigos, ilustração, fotografia e design, seja ao nível da distribuição e a gestão do projeto em papel e na web. O coletivo segue também um modelo aberto em que propostas podem ser apresentadas vindas de leitores, da sua comunidade de apoiantes ou do público em geral.

 

Para consultar e ler as edições online basta aceder ao

jornalmapa.pt

twitter

facebook

geral@jornalmapa.pt

Acede à página do crowdfunding aqui e dá uma ajudinha!

Orçamento e prazos

Duração da campanha: 16 de Janeiro a 16 Março

Total: 6000€

Comissão PPL: 516.60€

Impressão do jornal mapa: 65% (3564.21€)

Distribuição: 20 % (1096.68 €)

Custos fixos: 15% (822.51 €)

Imagens

Oportunidade SVE: Centro de educação ambiental na Galiza – Amigos da Terra

 

Amigos da Terra – Galiza – abrem uma vaga de Serviço Voluntário Europeu para voluntário/a português/a, para projecto de 11 meses a começar em Fevereiro 2018.
O projecto centra-se no tema do Ambiente. As actividades SVE consistem na promoção da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento das populações locais através dos recursos endógenos, investigação, formação e participação das comunidades. Prevêem o envolvimento do/a voluntário/a no serviço de informação ambiental, nas campanhas de sensibilização e actividades de animação, na preparação de oficinas e na colaboração com outros voluntários e jovens locais.
A organização de envio é o GAIA Alentejo.
As candidaturas estão abertas ate dia 21 de Janeiro.
Encontras toda a informação em
Candidata-te já e divulga a oportunidade!
BOM ANO!!!
A equipa SVE do GAIA Alentejo

16 de Dezembro—HandsOffOurHomes!!: Contra Despejos e pelo Direito à Habitação: Precisamos de Ti

Apareçam às 16 horas do dia 16 de Dezembro na sede do Habita: Rua dos Anjos 12F, Lisboa!!

A Habita faz um apelo a um encontro aberto a todas e todos que quiserem participar e ajudar a tornar mais forte este movimento que pretende parar despejos e lutar por políticas justas que nos deixem permanecer nas nossas casas, nas nossas cidades, nos nossos lugares.
A Habita tem vindo a trabalhar com bairros e com famílias que não têm o direito à habitação garantido e se encontram à mercê de especuladores imobiliários, câmaras municipais e das políticas em geral que não têm qualquer preocupação com quem enfrenta o despejo ou a falta de acesso a uma habitação digna para viver.
É por isso muito urgente a organização de um movimento pela defesa do direito à habitação e a construção de uma relação de forças suficiente para parar os despejos que hoje são uma praga nas nossas cidades.
Temos muitas famílias que nos procuram, problemas de sobrelotação, falta de acesso à habitação, ocupações ameaçadas, não renovação de contratos, despejos, demolições…..
Organizamos com as famílias e com os bairros processos de resistência colectiva que têm de se alargar muito, num país que é hoje uma espécie de paraíso fiscal para o investimento imobiliário e para a especulação e onde toda a política se faz para regenerar as cidades para o turismo e para o luxo, à custa da expulsão das pessoas.
Há várias componentes na acção que temos de organizar: a estratégia, a comunicação, a organização colectiva com as famílias, a sistematização da informação, o apoio a novos protagonistas, as acções de rua, encontros e alianças a desenvolver com outros movimentos com objectivos semelhantes, a continuação do trabalho internacional já iniciado, etc. É para discutir tudo isto que estão convidados! Apareçam no dia 16, pelas 16h. Vai ser rico.

habita.info / evento FB

12 de Dezembro no GAIA: Jantar Popular e projecção de filmes sobre a figura negra na arte ocidental

Uma novidade fresquinha! Os bonecos de Estremoz acabaram de ganhar o estatuto de Património Cultural Imaterial da Humanidade!

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Convocatória para Assembleia Geral Electiva da associação GAIA

Convocatória

Ao abrigo dos art. 15º e 16º dos nossos estatutos, convocam-se todos os sócios da associação GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental para uma Assembleia Geral Electiva a realizar no dia 8 de Dezembro de 2017, pelas 11 horas, no espaço de trabalho do núcleo do Alentejo “Oficina São Luís”, sito nas instalações anexas à Junta de Freguesia de São Luís, na localidade de São Luís, com a seguinte ordem de trabalhos:

  • Ponto 1 – Apresentação e votação do Relatório de Contas de 2016
  • Ponto 2 – Apresentação e votação do Relatório de Actividades de 2017 dos núcleos Lisboa e Alentejo
  • Ponto 3 – Apresentação e votação do Plano de Actividades para 2018
  • Ponto 4 – Eleição dos membros dos órgãos sociais
  • Ponto 5 – Deliberação e votação de uma alteração nos estatutos: Artigo 10º ponto 6 passará a ter nova redacção, a saber “A duração do mandato do Conselho Executivo é de 2 anos.”
  • Ponto 6 – Outros assuntos

Não estando presente à hora marcada o número mínimo de sócios para iniciar a deliberação, a Assembleia Geral reunirá meia hora depois, em segunda convocatória, com os sócios presentes.

Lisboa, 30 de Novembro de 2017

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento

Esta Sexta, dia 1 de Dezembro: jantar popular no GAIA e conversa sobre activismo climático na Ucrânia

O activismo climático na Ucrânia é algo muito curioso. Queres saber o que os activistas portugueses e ucranianos têm em comum? Quais são os desafios na luta pelo clima e quais são as respostas dos activistas? Ou se calhar queres simplesmente experimentar comida tradicional ucraniana? Então, junta-te a nós no dia 1 de dezembro para um Jantar Popular no GAIA (Rua da Regueira 40, Alfama).

Vamos ter a Olga, activista da CAN EECCA, Ecodiya (Ecoação), UMKA (Ucranian Youth Climate Association) e várias outras organizações, para contar o que se passa na Ucrânia. O evento será informal, vamos conversar, cozinhar, ver algumas fotos e passar tempo em boa companhia. ☺

Quem quiser ajudar, venha às 18 horas, jantamos às 20 horas e a conversa é a seguir!

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Acção de solidariedade contra os despejos: Não à expulsão do Sôr António!

atenção ACÇÃO!!! Marquem nas vossas agendas! Não tirem o Sôr António de Alfama onde sempre morou!

O Sr. António Melo está para ser despejado desde Maio de 2017. Com 71 anos, e com graves problemas cardíacos, vê-se hoje sem contrato renovado, com ordem de despejo e sem qualquer alternativa na zona onde sempre viveu, nem no resto de Lisboa ou mesmo além dela. São rendas muito caras e portas que se fecham a fazer contrato, perante a sua idade. O prédio onde o Sr. António vive entrou em obras profundas sem qualquer autorização. Foi nesta altura que o Sr. António começou a sofrer acções de intimidação e assédio constante por parte do proprietário para o obrigar a sair, destruindo partes da sua casa e tornando a sua vida impossível lá dentro. Foi apresentada queixa à CML. No entanto, e já sabendo desta situação e que as obras tinham começado de forma ilegal, a CML deu autorização para obras ao proprietário e sugeriu ao Sr. António que concorresse aos concursos ou que fosse morar para a periferia.

O Sr. António é de Alfama e sempre ali viveu, é lá que tem os seus amigos, as suas rotinas, a sua médica e toda a sua vida. É lá que se sente bem. Tentou os concursos da CML várias vezes. Gastou muito dinheiro em documentos para no fim centenas de pessoas ficarem à sua frente no sorteio.

O Sr. António inscreveu-se para falar na reunião pública da Câmara Municipal no próximo dia 29 mas a assessora presente disse-lhe que ele não poderia falar pois o assunto era já sobejamente conhecido e que não valia a pena insistir. Isto é inaceitável: os técnicos ou os assessores políticos não podem inibir de falar às pessoas que se querem inscrever na reunião pública.

A Câmara tem cerca de uma centena de casas vazias na freguesia de Santa Maria Maior, e uma destas casas deveria ser para o Sr. António que está em risco de despejo e não tem qualquer alternativa.

Por tudo isto, queremos apoiar o Sr. António a ir à reunião pública da Câmara na Quarta-feira, dia 29 de Novembro. Juntem-se a nós na Praça do Município às 17h30 para instar que o deixem falar e exigir uma SOLUÇÃO PARA O SÔR ANTÓNIO!!

Partilha! Sr. António está com ordem despejo depois do seu contrato acabar em Maio de 2017. A lei não está do seu lado, apesar de não encontrar alternativa onde viver, apesar de ter 72 anos, apesar de toda a sua vida viver em Alfama e ser lá que lhe restam amizades, rotinas e apoio – fundamentais neste momento da sua vida. Sofre agora o que se pode chamar de Bullying imobiliário: formas de pressão inaceitáveis para o pressionar a sair como inundações na casa, ou obras profundas sob o seu teto que lhe tornam a vida impossível. O Sr. António já pediu apoio à câmara, mas não conseguiu nada até agora. A CML deveria usar as casas que tem no património disperso para realojar quem está a ser expulso. Peçam SOLUÇÕES adequadas para o Sr. António Melo: gab.presidente@cm-lisboa.pt e a todos os partidos que elegeram vereadores!

Posted by Habita on Montag, 16. Oktober 2017

Apresentação da lista candidata aos órgãos sociais para o mandato 2017-2019

Os representantes da Mesa da Assembleia Geral, na sua qualidade de Comissão Eleitoral, informam que receberam uma única lista candidata às eleições para os órgãos sociais, para o mandato  que inicia no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezassete e termina no dia vinte e dois de Dezembro de dois mil e dezanove, inclusive.

Apresenta-se a lista única, a saber:

Conselho Executivo:

Presidente: Lanca Elvira Horstink

Vice-Presidente: Sara Rodrigues da Costa Serrão

Tesoureira: Mara Carolina Carvalho Sé

1º Secretário: Ana Rita Magalhães

2º Secretário: André Simão Studer Ferreira

Conselho Fiscal:

Presidente: Clément Fraisse

1º Secretário: Mehmet Ali Uzelgun

2º Secretário: Rita Queiroga Bento

Mesa da Assembleia Geral:

Presidente: Maria Leonor Valfigueira Coimbra

1º Secretário: Sinan Eden

2º Secretário:  Idalina Maria Fernandes de Jesus

 

Lisboa, 24 de Novembro de 2017

Em representação da Comissão Eleitoral,

A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Rita Queiroga Bento