Category Archives: Actividades

16 de Dezembro—HandsOffOurHomes!!: Contra Despejos e pelo Direito à Habitação: Precisamos de Ti

Apareçam às 16 horas do dia 16 de Dezembro na sede do Habita: Rua dos Anjos 12F, Lisboa!!

A Habita faz um apelo a um encontro aberto a todas e todos que quiserem participar e ajudar a tornar mais forte este movimento que pretende parar despejos e lutar por políticas justas que nos deixem permanecer nas nossas casas, nas nossas cidades, nos nossos lugares.
A Habita tem vindo a trabalhar com bairros e com famílias que não têm o direito à habitação garantido e se encontram à mercê de especuladores imobiliários, câmaras municipais e das políticas em geral que não têm qualquer preocupação com quem enfrenta o despejo ou a falta de acesso a uma habitação digna para viver.
É por isso muito urgente a organização de um movimento pela defesa do direito à habitação e a construção de uma relação de forças suficiente para parar os despejos que hoje são uma praga nas nossas cidades.
Temos muitas famílias que nos procuram, problemas de sobrelotação, falta de acesso à habitação, ocupações ameaçadas, não renovação de contratos, despejos, demolições…..
Organizamos com as famílias e com os bairros processos de resistência colectiva que têm de se alargar muito, num país que é hoje uma espécie de paraíso fiscal para o investimento imobiliário e para a especulação e onde toda a política se faz para regenerar as cidades para o turismo e para o luxo, à custa da expulsão das pessoas.
Há várias componentes na acção que temos de organizar: a estratégia, a comunicação, a organização colectiva com as famílias, a sistematização da informação, o apoio a novos protagonistas, as acções de rua, encontros e alianças a desenvolver com outros movimentos com objectivos semelhantes, a continuação do trabalho internacional já iniciado, etc. É para discutir tudo isto que estão convidados! Apareçam no dia 16, pelas 16h. Vai ser rico.

habita.info / evento FB

12 de Dezembro no GAIA: Jantar Popular e projecção de filmes sobre a figura negra na arte ocidental

Uma novidade fresquinha! Os bonecos de Estremoz acabaram de ganhar o estatuto de Património Cultural Imaterial da Humanidade!

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Esta Sexta, dia 1 de Dezembro: jantar popular no GAIA e conversa sobre activismo climático na Ucrânia

O activismo climático na Ucrânia é algo muito curioso. Queres saber o que os activistas portugueses e ucranianos têm em comum? Quais são os desafios na luta pelo clima e quais são as respostas dos activistas? Ou se calhar queres simplesmente experimentar comida tradicional ucraniana? Então, junta-te a nós no dia 1 de dezembro para um Jantar Popular no GAIA (Rua da Regueira 40, Alfama).

Vamos ter a Olga, activista da CAN EECCA, Ecodiya (Ecoação), UMKA (Ucranian Youth Climate Association) e várias outras organizações, para contar o que se passa na Ucrânia. O evento será informal, vamos conversar, cozinhar, ver algumas fotos e passar tempo em boa companhia. ☺

Quem quiser ajudar, venha às 18 horas, jantamos às 20 horas e a conversa é a seguir!

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Acção de solidariedade contra os despejos: Não à expulsão do Sôr António!

atenção ACÇÃO!!! Marquem nas vossas agendas! Não tirem o Sôr António de Alfama onde sempre morou!

O Sr. António Melo está para ser despejado desde Maio de 2017. Com 71 anos, e com graves problemas cardíacos, vê-se hoje sem contrato renovado, com ordem de despejo e sem qualquer alternativa na zona onde sempre viveu, nem no resto de Lisboa ou mesmo além dela. São rendas muito caras e portas que se fecham a fazer contrato, perante a sua idade. O prédio onde o Sr. António vive entrou em obras profundas sem qualquer autorização. Foi nesta altura que o Sr. António começou a sofrer acções de intimidação e assédio constante por parte do proprietário para o obrigar a sair, destruindo partes da sua casa e tornando a sua vida impossível lá dentro. Foi apresentada queixa à CML. No entanto, e já sabendo desta situação e que as obras tinham começado de forma ilegal, a CML deu autorização para obras ao proprietário e sugeriu ao Sr. António que concorresse aos concursos ou que fosse morar para a periferia.

O Sr. António é de Alfama e sempre ali viveu, é lá que tem os seus amigos, as suas rotinas, a sua médica e toda a sua vida. É lá que se sente bem. Tentou os concursos da CML várias vezes. Gastou muito dinheiro em documentos para no fim centenas de pessoas ficarem à sua frente no sorteio.

O Sr. António inscreveu-se para falar na reunião pública da Câmara Municipal no próximo dia 29 mas a assessora presente disse-lhe que ele não poderia falar pois o assunto era já sobejamente conhecido e que não valia a pena insistir. Isto é inaceitável: os técnicos ou os assessores políticos não podem inibir de falar às pessoas que se querem inscrever na reunião pública.

A Câmara tem cerca de uma centena de casas vazias na freguesia de Santa Maria Maior, e uma destas casas deveria ser para o Sr. António que está em risco de despejo e não tem qualquer alternativa.

Por tudo isto, queremos apoiar o Sr. António a ir à reunião pública da Câmara na Quarta-feira, dia 29 de Novembro. Juntem-se a nós na Praça do Município às 17h30 para instar que o deixem falar e exigir uma SOLUÇÃO PARA O SÔR ANTÓNIO!!

Partilha! Sr. António está com ordem despejo depois do seu contrato acabar em Maio de 2017. A lei não está do seu lado, apesar de não encontrar alternativa onde viver, apesar de ter 72 anos, apesar de toda a sua vida viver em Alfama e ser lá que lhe restam amizades, rotinas e apoio – fundamentais neste momento da sua vida. Sofre agora o que se pode chamar de Bullying imobiliário: formas de pressão inaceitáveis para o pressionar a sair como inundações na casa, ou obras profundas sob o seu teto que lhe tornam a vida impossível. O Sr. António já pediu apoio à câmara, mas não conseguiu nada até agora. A CML deveria usar as casas que tem no património disperso para realojar quem está a ser expulso. Peçam SOLUÇÕES adequadas para o Sr. António Melo: gab.presidente@cm-lisboa.pt e a todos os partidos que elegeram vereadores!

Posted by Habita on Montag, 16. Oktober 2017

Jantar Popular GAIA 24 Novembro: Não queremos ser despejados do nosso bairro!

Aparece em mais um Jantar Popular do GAIA, desta feita para fazer um ponto de situação dos despejos e das formas de luta para inverter a expulsão dos residentes dos seus bairros!

Jantamos pelas 20 horas (quem quiser vir ajudar, apareça às 18h) e às 21 horas queremos mostrar o documentário curto sobre o que se passou na Rua dos Lagares, seguido de debate com moradores que estão ou estiveram em risco de despejo, apoiantes e representantes das associações e movimentos que se têm empenhado no direito à habitação social- e economicamente adequada, como Habita e APPA.

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Apelo GAIA VIVA! Grão a grão, sustenta-se uma associação :-))

O GAIA lança apelo a antig@s e nov@s associad@s: ajudam-nos a manter esta associação VIVA?

Como colectivo independente, uma ave rara no meio ecologista que aposta na crítica social, no Faz-Tu-Mesmo e na economia solidária, o GAIA tem opções limitadas de financiamento. Neste momento, e apesar de sermos muito poupadinh@s, o nosso papo está a ficar sem grãos! Apelamos por isso a antig@s e nov@s associad@s para que agarrem o GAIA para a manter VIVA!

Como associad@:

  • apoias um colectivo auto-organizado crítico e activista, para que este possa manter a sua independência*.
  • passas a receber e poder difundir (boas e más) notícias sobre ecologia e as diferentes causas e lutas em que nos empenhamos como associação.
  • ajudas a organizar e/ou participas nas actividades do GAIA Lisboa, do GAIA Alentejo, ou ainda em eventos e iniciativas a nível nacional. As nossas actividades regulares são os Jantares Populares com temas políticos, as Cicloficinas, a Loja Grátis e a nossa Sementeca. Além disso dinamizamos eventos (conferências, oficinas, tertúlias, bancas, acções) para as campanhas e plataformas de que fazemos parte e fazemos eventos conjuntos com outros colectivos.

O que é o GAIA?

O GAIA—Grupo de Acção e Intervenção Ambiental é uma associação ecologista, inovadora, plural, apartidária e não hierárquica, que tem núcleos em Lisboa e no Alentejo. Para além de colaborar frequentemente com outras associações portuguesas, faz parte de várias redes nacionais, europeias e globais, entre elas a Plataforma Transgénicos Fora, o Climáximo, a Plataforma Salvar o Tua, a Campanha Sementes Livres, a Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, a Plataforma No Patents On Seeds, a Campanha das Autarquias Livres de Petróleo e Gás e a Campanha Empregos para o Clima.

O GAIA é uma associação do ambiente com uma forte componente activista, que combina a co-aprendizagem Faz-Tu-Mesmo com acções directas, criativas e não-violentas e promove o trabalho a partir das bases.

Para conheceres melhor o GAIA, os seus princípios, propostas e actividades, explora este portal ou contacta-nos.

O que se passa?

O GAIA não aceita financiamento de corporações, bancos ou partidos nem de fundações ligadas a corporações. O acesso a fundos europeus tem estado seriamente comprometido desde há dois anos com as novas regras. A associação vive por isso principalmente do apoio de indivídu@s: dos pequenos rendimentos dos seus conhecidos Jantares Populares e de alguns contributos nas suas iniciativas Recicleta, Loja Grátis ou Sementeca. Mas as tarefas para manter esta associação VIVA frequentemente superam as mãos disponíveis e os nossos gastos mensais, apesar de mínimos (rondam os 200 oiros em Lisboa), começaram a ultrapassar as receitas.

Precisamos de voltar a agitar a galinha e encher o papo, e pode ser grão a grão!

Como podes tornar-te associad@ ou renovar a tua ligação ao GAIA?

  • pessoalmente, visitando-nos no GAIA Lisboa ou no GAIA Alentejo, num evento ou numa das assembleias quinzenais.
  • apoiando-nos com o teu donativo ou quota anual, presencialmente ou por transferência para o NIB 0035 0298 0000 6902130 27 (deixa-nos teu nome, contribuinte e localidade, p.f.). Donativos regulares inferiores a 5 oiros ou donativos não monetários são igualmente muito bem vindos.**

* Nem o valor nem a natureza da quota estão fixos, tu decides qual o contributo que queres dar e de que forma (tempo, materiais úteis, saberes e fazeres, e/ou um donativo monetário).

** Para valores inferiores a 5 oiros, agradecemos apenas que o faças presencialmente, por causa das despesas burocráticas associadas!

AGRADECEMOS O QUE VEM POR BEM!

Curso Intensivo em Ativismo Climático

A urgência da crise climática exige uma radicalização da sociedade em geral, e uma politização rápida do movimento ambientalista em particular. Isto significa formar ativistas e militantes que entendam que estamos numa luta com um prazo (muito curto), e que sejam capazes de um pensamento estratégico. Nestas sessões, a nossa intenção é fortalecer uma abordagem anti-capitalista às alterações climáticas e organizar os participantes para lutarem pela justiça climática.

Sessões:

15 de novembro: Ciência Climática: o quinto relatório de avaliação do IPCC

22 de novembro: Justiça Climática: quem são os responsáveis, e quem são os afetados?

29 de novembro: Soluções Falsas e Soluções Verdadeiras para a crise climática

6 de dezembro: Democracia Energética e Transição Justa

13 de dezembro: Movimentos Sociais e Estratégias: teorias de mudança e escalamento de conflito

20 de dezembro: Movimento climático no mundo e em Portugal: dinâmicas, campanhas, grupos, redes

Todas as sessões começam às 19h00 e têm uma duração de 90 minutos.

Organização: Climáximo e GAIA

Participação:

A participação é sujeita a inscrição online prévia. Pedimos um donativo simbólico de 5€ por sessão (ou de 25€ para o programa completo), que será usado nas próximas iniciativas do GAIA e do Climáximo.

https://climaximo.wordpress.com/2017/10/15/curso-intensivo-em-ativismo-climatico/

27 Outubro: Apresentação da Observação em território Guarani e Kaiowa & Jantar Popular

No final de Agosto 2017, uma delegação de oito observadores pelos direitos humanos da Itália, Alemanha, Espanha e Portugal visitou terras indígenas dos povos indígenas Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul, no Brasil. A viagem foi prolongada com uma parte da equipa, para poder fazer mais umas visitas a lugares Guarani e Kaiowá que precisam de apoio urgente.

Observadores da Europa com líderes do movimento Guarani kaiowa

O objectivo dos observadores internacionais foi sobretudo conhecer a situação em que se encontram os povos mais ameaçados pela investida do agronegócio no Brasil, discutir formas de cooperação internacional e estabelecer canais de comunicação directa entre uma rede de apoio que se está a criar na Europa e as comunidades Guarani e Kaiowá.
A observadora portuguesa fará a primeira apresentação geral pública sobre esta viagem a território Guarani no dia 27 de Outubro à noite no espaço do GAIA em Alfama, Lisboa.

O encontro será aberto a quem tiver interesse em conhecer melhor a realidade dos povos e territórios dos Guarani e Kaiowa, e a quem já conhecendo se quiser envolver na rede europeia de apoio ao povo indígena Guarani e Kaiowa. Esta é uma rede que se começou a construir recentemente, e que dará continuidade às discussões tidas sobre formas de cooperação através de campanhas na Europa e de projectos em territórios Guarani e Kaiowa, que serão apresentados neste evento.

mapa dos territórios Guarani e Kaiowa em Mato Grosso do Sul

Neste momento as principais campanhas a serem dinamizadas na Europa são:

  • Denunciar o Marco temporal e pressionar o governo brasileiro a continuar o processo de demarcação de terras;
  • Denunciar os ataques de milícias armadas às retomadas e a violência exercida contra as mulheres indígenas;
  • Denunciar a devastação ambiental e as doenças causadas pelo agro-negócio (podendo incluir boicote a produtos);
  • Encontrar advogados para os líderes comunitários Guarani e Kaiowa e apoio financeiro para a articulação política.

Os principais projectos solicitados pelos Guarani e Kaiowa para serem desenvolvidos nos seus territórios estão relacionados com: saúde, educação, agricultura, sistemas de comunicação e com a conservação da sua forma de vida tradicional.

Alguns grupos da Europa já estão a responder aos pedidos financeiros para o desenvolvimento destes pedidos, em particular para sistemas de Internet por satélite (Italia), purificadores de água (Alemanha) e reconstrução de casas sagradas comunitárias  (Espanha).

O jantar popular começa às 20h, com uma refeição bio e vegana confeccionada por voluntários—se quiseres ajudar a preparar o jantar, diz-nos ou aparece, começamos a cozinhar às 18h.

Os donativos do jantar servirão para apoiar os custos de viagem da observadora portuguesa, Sara Baga, que se deslocou em labor voluntário a Mato Grosso do Sul através da rede “contra o genocídio dos povos indígenas”, contando ainda com apoio para os custos da viagem da parte do PAN, do GAIA e de vários apoiantes individuais.

Entretanto assinem e divulguem a petição pública  STOP GENOCÍDIO ÍNDIO – Salvem os Guarani Kaiowá !

E aproveitamos para recomendar uma ida ao cinema:

:

26/10 no Cine SãoJorge (sala Manoel de Oliveira) às 21 horas

27/10 no pequeno auditório do Culturgest às 14 horas.

Cena do filme Martírio

Lançamento do relatório: “Empregos para o Clima” em Portugal

A Campanha internacional “Empregos para o Clima” existe em Portugal desde 2015 e conta com o apoio de várias organizações cívicas, sindicais e ambientais.

Ao longo do último ano a campanha contou com a colaboração de vários académicos e ativistas para elaborar um relatório sobre os empregos necessários para a transição energética em Portugal.

Que empregos? Em que setores? Com que custos? Que transição? A publicação foca-se nestas e outras questões, avançando a estimativa global de 100 000 novos empregos para reduzir as emissões poluentes de Portugal em 60-70%, em 15 anos.

O lançamento do relatório “Empregos para o Clima” terá lugar amanhã, dia 19 de outubro(quinta-feira) pelas 19h no auditório do CES- Lisboa (Picoas Plaza), e contará com a presença de:

Manuel Carvalho da Silva – CES-Lisboa (comentador)
Ana Delicado – Instituto de Ciências Sociais, UL (oradora)
Américo Monteiro – CGTP-IN (orador)
Ana Mourão – Climáximo (moderadora)

Dia 25 de Setembro – Jantar Popular sobre as Autarquias Livres de Petróleo e Gás – 20h – GAIA Alfama

Após a apresentação do mapa final da campanha Autarquias Livres de Petróleo e Gás em Sines, o GAIA em Alfama organiza um jantar com a  apresentação do mapa, dia 25 de Setembro pelas 20h.

A campanha, lançada no passado junho, juntou quase 20 organizações da sociedade civil para “tirar o assunto a limpo”. As organizações pediram uma tomada de posição clara e sem ambiguidade a todas as candidaturas às autarquias. As organizações contactaram as candidaturas e pediram um compromisso escrito contra a prospeção e exploração de petróleo e gás no seu município. As respostas recebidas foram registadas num mapa, que está disponível no site da campanha. Antes da apresentação do mapa será servido o Jantar Popular

Para mais informação: http://autarquiaslivresdepetroleo.pt