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29 de Junho: Pedalar no Verão, Grande Encerramento da Recicleta

Pedalar no Verão >>> Grande Encerramento da Recicleta,  com Filme e Jantar Popular >>>>

5ª feira, dia 29 de Junho de 2017

18H – Preparação do jantar; 20H – Jantar; 21H30 – Filme

Ciclovida é sobre bicicletas e a luta contra os combustíveis fósseis, as sementes naturais e a luta contra o agronegócio, duas coisas que têm feito parte do dia-a-dia do GAIA. Fala de 5000 km de autonomia, causas e relações, de uma nova relação com a Terra e dos afectos que, afinal, fazem mover o mundo, em direcção oposta à do dinheiro!

Com este documentário despedimo-nos da Recicleta até Setembro e antevemos os km para pedalar e viajar este verão!  **

Ivana e Inácio, os anti mas super-heróis deste filme.

** Uma citação para alegrar:
“A bicicleta é um invento da mesma geração que criou o veículo a motor mas as duas invenções são símbolos de avanços feitos em direções opostas pelo humano moderno. A bicicleta permite a cada  um controlar o emprego da sua própria energia; o veiculo a motor, inevitavelmente, torna rivais entre si os utentes, por causa da energia, do espaço e do tempo” Ivan Illich, 1975, Energia e Equidade, pp. 71 e 72.

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O que é o Jantar Popular?

– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

3º Encontro da Sementeca do GAIA: preparar a recolha de sementes

No Sábado, dia 24 de Junho, reunirmo-nos-emos para mais um Encontro da Sementeca do GAIA em Alfama. Desta vez, para além do já habitual convívio e empréstimo de sementes, vamos aprender a preservar as sementes das nossas plantas de verão com os Círculos de Sementes.

A Frederica e a Pepa lançaram a rede de Círculos de Sementes após o apelo da activista pela soberania alimentar e da semente, Dr. Vandana Shiva, em 2012. Desde então não têm tido mãos a medir, aliás, todas as suas mãos vão para a terra! Têm ensinado as técnicas milenares de preservar sementes de cultivo para além da prática de horticultura biológica e preceitos agro-ecológicos. No dia 24 de Junho partilham connosco a sua rica experiência entre as 14 e as 18 horas.

Cá vos esperamos!

Ambientalistas dizem não ao milho transgénico em São Tomé

Actalização a 13 de Maio no DN
ENTREVISTA: Estado são-tomense “saberá responder” sobre vantagens de milho híbrido – PR
O Presidente são-tomense defendeu hoje que o Estado saberá responder em devido tempo sobre os resultados de uma experiência chinesa com milho híbrido no país, que motivou uma greve de fome de protesto de uma ambientalista em Lisboa.
Em entrevista à agência Lusa em Lisboa, Evaristo Carvalho referiu que “o Estado saberá responder em devido tempo sobre as vantagens ou não” em relação a este projeto, criticado por ambientalistas.
A ambientalista são-tomense Elsa Garrido, da associação Greenpeace, está há 17 dias em greve de fome em frente à embaixada do seu país em Lisboa, em protesto contra a falta de transparência na introdução de milho transgénico chinês no arquipélago.
Em abril, o chefe da missão agrícola chinesa em São Tomé, Hou Xiaoping, disse aos jornalistas que uma equipa de técnicos chineses começou a cultivar milho híbrido – que resulta de cruzamentos controlados entre duas espécies diferentes, mas pertencentes ao mesmo género – no campo hortícola de Mesquita no centro da ilha de São Tomé, para ração animal.
Os ambientalistas acusaram o Governo são-tomense de ter autorizado a plantação de milho transgénico (geneticamente modificado para resistir a doenças ou espécies invasoras), mas o executivo desmentiu essa informação, reafirmando que se trata de milho híbrido e que o cultivo não passa de um teste.
“Os especialistas dizem que um híbrido também pode ser transgénico. O nosso ministro da Agricultura, Teodorico Campos, veio dizer que milho não tem perigo nenhum, mas ele próprio não sabe, porque não foi feito nenhum estudo de impacto ambiental”, disse Elsa Garrido, em declarações à Lusa na quinta-feira.
A ativista disse também que as autoridades são-tomenses não fizeram um estudo prévio ou um relatório de avaliação de riscos, nem fizeram qualquer comunicação à população.
O Presidente são-tomense, que começou na segunda-feira uma visita de uma semana a Portugal, considerou que a sua conterrânea “tem o direito de fazer a sua reivindicação” e acrescentou que técnicos são-tomenses estão a analisar esta questão, devendo pronunciar-se “em breve”.
Elsa Garrido disse que as pessoas em São Tomé estão desinformadas e assegurou que os técnicos, os engenheiros e os jornalistas são-tomenses têm medo de falar sobre o caso.
“O cidadão está a ser silenciado com meios tão severos como se estivéssemos numa ditadura. Os técnicos têm medo de falar e perder o emprego, os engenheiros têm medo de falar e até os jornalistas em São Tomé têm medo de falar. Da questão do milho passou-se ao direito cívico à informação”, disse.
A ativista disse que vai manter o protesto até o Governo “declarar a abertura de debates públicos em São Tomé [sobre o milho transgénico]”.
Actualização prévia no Diário de Notícias, quando a Elsa Garrido cumpre 15 dias de greve de fome.
(Comunicação da Plataforma Transgénicos Fora, 9 de Maio 2017)
Com muita coragem e um misto de fé e desapego a ativista santomense Elsa Garrido está há cerca de duas semanas em greve de fome em frente à embaixada de São Tomé e Príncipe em Lisboa em protesto pela falta de transparência na introdução de milho chinês em STP. A sua vontade determinada tem levado ao coalescer de apoios e interesses: a associação Gaia trouxe a sua vasta experiência na área, uma clínica disponibilizou alojamento e acompanhamento médico e aos poucos o assunto ganha projeção na comunicação social (e, na mesma proporção, poder de incomodar). Entretanto o presidente de STP está desde ontem em Portugal para uma visita oficial de uma semana. Quem quiser dar uma forcinha pode mandar um email para a embaixada (embaixada@emb-saotomeprincipe.pt) só a dizer, por exemplo: “Por favor abram o diálogo com a ativista em greve de fome por causa do milho chinês em STP. O vosso presidente não pode ignorar um caso básico de transparência e preocupação ambiental que irá influenciar profundamente a imagem que tenho do vosso país.”

Em Abril, lutas mil: Jantar Popular sobre as lutas camponesas e indígenas pela vida e pelos territórios

Assina aqui a petição para que seja adoptada uma Declaração da ONU sobre os Direitos dos Camponeses

Na segunda-feira 17 de Abril, dia internacional das lutas camponesas, convidamos simpatizantes e interessadis a participarem num Jantar Popular no espaço do GAIA, na Rua da Regueira 40, em Alfama, Lisboa. Depois do jantar será projectado o filme “Berta Vive” (30″), seguido de discussão com a participação das iniciativas Oficina de Ecologia e Sociedade, Marcha Mundial das Mulheres, NOEs, GAIA e Campanha pelas Sementes Livres.

Em 17 de Abril de 1966, 19 trabalhadores rurais sem terra foram assassinados pela polícia militar brasileira em Eldorados do Carajás, no estado do Pará. Morreram na luta pela reforma agrária e pela justa distribuição da terra.

Em Março de  2016, Berta Cáceres, mulher, indígena, lutadora hondurenha, co-fundadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas das Honduras (COPINH) foi assassinada, na sequência da sua luta contra projectos extractivistas transnacionais privados em território Lenca, projectos esses apoiados pelo governo hondurenho.

A criminalização dos protestos, as perseguições e a violência sobre camponeses, trabalhadores rurais, indígenas e activistas ambientais é uma realidade diária, especialmente em territórios vulneráveis e cobiçados pelo agronegócio na agricultura, pelos tratados de livre comércio e pelo modelo neoliberal, patriarcal, colonialista de usurpação de terras, exploração de recursos e destruição de territórios e comunidades.

Por tudo isso, aderimos a este Dia Internacional das Lutas Camponesas, 17 de Abril.

Para lembrar, denunciar, questionar e lutar juntis pela justiça ambiental e social!

Programa
18h: Preparação do Jantar. Quem quiser ajudar é bem-vindi!
20h: Jantar.
21h: Projecção do documentário “Berta Vive” (30”) + Debate com a participação de Oficina de Ecologia e Sociedade, Marcha Mundial das Mulheres, NOEs, GAIA e Campanha pelas Sementes Livres.

Traz sementes naturais para a troca e/ou oferta à Sementeca da Campanha pelas Sementes Livres!

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Esta Sexta-feira, 10 de Março, Jantar Popular “Revival Tribunal Monsanto” no GAIA

JANTAR POPULAR NO GAIA: “REVIVAL TRIBUNAL MONSANTO!”
Sexta-Feira dia 10 de Março, Rua da Regueira 40, Alfama, Lisboa – 20h

Foi nos dias 14, 15 e 16 de Outubro de 2016 que cinco juízes internacionalmente reconhecidos, 24 testemunhos dos quatro cantos do mundo, para além de dezenas de investigadores jurídicos sob liderança do Professor Dr. Olivier de Schutter (ex-Rapporteur da ONU para o Direito à Comida), aceitaram o desafio de recolher provas sobre as actividades da empresa transnacional agro-química Monsanto, e de analisar as leis nacionais, internacionais e respectiva jurisprudência existente, com o fim de poder emitir uma opinião jurídica sobre o tipo de crimes de que este tipo de empresas pode ser acusada—contra a humanidade, a saúde pública e/ou contra a natureza—e sobre a possibilidade de poder finalmente processá-las por estes crimes.

Para assistir ao Tribunal Monsanto e à Assembleia dos Povos que teve lugar em paralelo, 750 pessoas representando 30 nacionalidades aterraram em Haia, Holanda. Tiveram o privilégio de em poucos dias ficar a conhecer algumas das personalidades mais conhecidas da luta contra a agricultura industrial e a impunidade das corporações transnacionais como Percy Schmeiser, Vandana Shiva, Valérie Cabanes, Nnimmo Bassey e Ronnie Cummins. Juntos, os participantes fortaleceram seus conhecimentos sobre os desafios que enfrentamos na defesa de uma alimentação saudável e justa, e esboçaram novas estratégias—nacionais, regionais e globais—para enfrentar o paradigma da ganância e da indiferença na agricultura.

O GAIA, em conjunto com a Campanha pelas Sementes Livres, propõe revivermos estes dias intensos, de descobertas boas e más sobre o que se passa no nosso mundo, mas sobretudo da reafirmação da nossa capacidade de vencermos os desafios unindo-nos, sabendo que somos mais tanto em número como em valor humano, e que teremos a última palavra. Estarão presentes algumas pessoas que integraram a comitiva portuguesa em Haia.

Se este nosso convite não vos convenceu, vejam o convite apaixonado da Vandana Shiva, embaixadora da Assembleia dos Povos.

Aparece para jantar connosco e ver, ouvir, e conversar o que foi o Tribunal Monsanto / Assembleia dos Povos, e para saber quais serão os próximos passos a dar!

Jantamos às 20 horas e iniciamos as apresentações e conversas mais ou menos pelas 21 horas. Se queres ajudar a preparar a comida e o espaço, aparece a partir das 18 horas!

Para quem quer aprofundar:
A carta aberta da Vandana Shiva para “iniciar os trabalhos”.
Discursos de abertura e fecho de Tribunal Monsanto proper.
Fotos e videos dos dias do Tribunal e Assembleia.
Quando é que o veredito final ficará disponível.

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

A equipa do documentário internacional Seed Act sobre guardiões e defensores de sementes esteve presente em Haia! Mais aqui

Assembleias Populares para o Futuro da Nossa Comida & O Futuro do Nosso Planeta – 02-16 outubro – Em todo o mundo.

Este ano, durante a Convocatória para a Acção pela Liberdade das Sementes 2016, Navdanya irá co-organizar um Tribunal Monsanto, bem como uma Assembleia Popular em Haia. Convidamos-te a organizar também Assembleias Populares, onde quer que estejas, para recuperar o nosso sistema alimentar – O nosso pão e a nossa liberdade.


Para ver as legendas clique na roda da barra de controlo e selecione o seu idioma.

Translation kindly provided by Isabela S. de Castro and Campanha pelas Sementes Livres (GAIA)

 

Assembleias Populares para o Futuro da Nossa Comida & O Futuro do Nosso Planeta –
02-16 outubro – Em todo o mundo.

Enfrentamos um colapso social, económico e ecológico em todos os cantos do mundo. A Agricultura Industrial de larga escala é um dos principais responsáveis deste colapso

Destruindo 75% do nosso solo, água e biodiversidade e contribuindo em 50% para as mudanças climáticas, este modelo, que tem as suas raízes na guerra, produz apenas 30% dos alimentos.

Os reais produtores de alimentos são os nossos polinizadores, organismos do solo e biodiversidade e pequenos agricultores que – como co-criadores e co-produtores com a natureza – fornecem 70% dos alimentos que são nutritivos para o planeta e para as pessoas.

A Monsanto emergiu como a maior força destrutiva na agricultura nos últimos 20 anos usando mitos de OGM, patentes, comércio livre e tóxicos para monopolizar as nossas sementes e envenenar a nossa comida.

Este ano, durante a Convocatória para a Acção pela Liberdade das Sementes de 2 outubro – 16 outubro 2016, Navdanya irá co-organizar um Tribunal Monsanto, bem como uma Assembleia Popular em Haia, de 14 a 16 de outubro.

Convidamos-te a organizar também Assembleias Populares, onde quer que estejas, para recuperar o nosso sistema alimentar – O nosso pão e a nossa liberdade.


ÍNDICE: Datas importantesOrientações para as Assembleias PopularesDia Mundial da Alimentação


Seis perguntas a MonsantoA Guerra corporativa contra o Planeta, as Pessoas e a Democracia [Inglês] – Tribunal Monstanto e Assembleia Popular em Haia [Inglês]


Datas importantes

15-16 de outubro – Haia, Holanda: Tribunal Internacional Monsanto

14-16 outubro – Haia, Holanda: Assembleia Popular para o Futuro da nossa Comida e o Futuro do nosso Planeta [Inglês].

02-16 outubro –No mundo todo: Assembleias Populares locais pelo Futuro da nossa Comida e o Futuro do nosso Planeta.

16 de outubro: Dia Mundial da Alimentação – No mundo todo: Protestos e Marchas contra a Monsanto [Inglês].


Assembleias Populares locais – 02-16 outubro – Orientações

Assembléias Populares pelo Futuro da Nossa Comida e Futuro do Nosso Planeta são eventos auto-organizados que visam colocar as corporações criminosas que ameaçam a saúde do nosso planeta sob um julgamento público. Em qualquer nível; nas comunidades, vilas, cidades, regiões e países, as pessoas estão a fazer um balanço dos danos causados pela Monsanto e outras corporações semelhantes, ao nosso meio ambiente, saúde pública, independência e regulamentação científica e à nossa liberdade e democracia. Assembleias Populares também visam delinear uma visão colectiva e um planeamento participativo a nível local para o futuro que queremos e estamos a modelar livres de OGM, venenos, combustíveis fósseis, patentes, “livre comércio”, livre de controlo corporativo.

Forme um grupo de voluntários de diferentes movimentos, tais como: guardiões de sementes, jardineiros, agricultores, mães, cozinheiros, escolas, autoridades locais, médicos, advogados, cidadãos, etc … Encontra um espaço público (jardim, quinta, câmara municipal, praça pública, local de encontro da comunidade, pátio de igreja, escola, faculdade ou universidade), onde possas organizar a tua Assembleia Popular entre 2-16 de Outubro e convidar todos os amigos e familiares, todos os movimentos e instituições a participar.

O formato é variável, pode ser um festival de comida com uma refeição / piquenique orgânico e / ou um festival para troca de sementes e um compromisso de não aceitar as patentes sobre as sementes.

Os dois aspectos que devem ser abordados são:

1. Identificar os danos que a Monsanto tenha feito em sua comunidade local e região. O papel da Monsanto e de seus produtos em sua área – Roundup, OGM, patentes e royalties, contaminação genética, ataque a cientistas, corrupção de funcionários e representantes eleitos, desmontagem e desregulamentação de leis de segurança e os direitos dos agricultores às sementes. Realiza um julgamento público dos criminosos corporativos que estão destruindo nossa espécie, a biodiversidade, a nossa saúde, a saúde das nossas crianças, nossa democracia.

2. Identifica as iniciativas na tua área em que as pessoas estejam envolvidas para criar comunidades locais e sistemas de alimentos livres de veneno, livres de OGM, livres de patentes, livres de combustível fóssil, livres de controlo corporativo, incluindo iniciativas de bancos de sementes, agricultura orgânica, hortas urbanas e escolares, mercados de agricultores locais, CSAs (Comunidades que Sustentam a Agricultura), grupos de compras éticas, etc …

Mapear a visão que tens para um futuro livre de OGM, livre de químicos, bem como uma visão para a o Seed Freedom (sementes livres) e Freedom Food (alimento livre) para 2020 e um plano de transição de como chegar lá. Se desejares, forma grupos de discussão, desenhos, placas de visão e obras de arte..

Cria uma aliança popular para continuar o processo democrático para impedir os criminosos de guerra nos nossos sistemas alimentares e criar um sistema alimentar não violento, saudável e abundante. Semeia as sementes da Vida, Semeia as sementes da Liberdade..

Como partilhar o teu evento

1. Anúncio

Adiciona as tuas próximas Assembleias Populares, , ações & eventos ao Calendário do Seed Freedom, com data / s, uma breve descrição, uma imagem de tua escolha e links disponíveis (o teu site, redes sociais, etc …).
Preencha o formulário [Widget do Google Tradutor disponível]: http://seedfreedom.info/events/submit-your-event/

– Para Eventos perto de ti, visite: http://seedfreedom.info/events/

2. Resultados

Envia-nos as conclusões e resoluções por escrito e vídeos e / ou fotos de tuas Assembleias Populares locais sobre o Futuro da nossa Comida, Futuro do nosso Planeta. Email: submit [@] peoplesassembly.net

No dia 16 de outubro, na conclusão da Assembléia Popular em Haia, organizado como parte do Tribunal do povo, tua determinação, fotos e vídeos serão integrados com todos os outros para uma visão Planetária sobre o Futuro da Nossa Comida, uma visão crescente dos movimentos populares, de uma forma auto-organizada, em contraste ao projeto tóxico da Monsanto e outros fabricantes de veneno que impõe o seu modelo de agricultura baseado em agrotóxicos, transgênicos, patentes de sementes e destruição da democracia.

Se estás a organizar um protesto Monsanto no dia 16 de outubro, leia sua visão no comício, partilhem a comida, o pão juntos, troquem sementes. Nosso Pão é a nossa Liberdade.


Dia Mundial da Alimentação – 16 de outubro

Este Dia Mundial da Alimentação permite-nos fazer uma escolha pelas Sementes Livres e Comida Livre. (Seed Freedom e Food Freedom), vamos fazer um compromisso para nos libertarmos da propaganda corporativa que nos aprisiona.
Façamos da Terra e da Biodiversidade o nosso guia para semear o futuro com base no Seed Freedom e Food Freedom. (Sementes livres e Alimento Livre)

O Prémio Corporativo Mundial de Alimentos de 2016 dado no Dia Mundial da Alimentação foi anunciado para “Biofortificação”.

Os cientistas corporativos financiados por Gates ganharam o Prémio por ter inventado uma batata doce laranja. Mas os Maori da Nova Zelândia tinham desenvolvido Kumara, batata doce laranja (Beauregard) há séculos. Gates também está a financiar a pesquisa de biopirataria do Dr. Dale de Queensland, que utilizou uma banana indígena  da Micronésia rica em vitamina A e declarou que a banana foi  invenção de engenharia genética. Biopirataria de Biodiversidade das pessoas e conhecimento indígena não é ciência ou inovação. 107 vencedores do Prémio Nobel (incluindo um morto) tiveram que ser mobilizados para apoiar o fracassado “arroz dourado” e continuar a empurrar OGMs. E até mesmo o Bt e HT OGM falharam no controlo de pragas e ervas daninhas e, ao contrário, criaram super pragas e super ervas daninhas. Poderosos do Dinheiro e da indústria de Biotecnologia, estão eles mesmos a tentar libertar tecnologias de exterminação como edição de genes e unidades (drives) de genes.

Extermínio é um crime contra a natureza e a humanidade.

A Biodiversidade produz mais nutrição do que os projetos “corporativos” de “Biofortificação “.

No Dia Mundial da Alimentação vamos celebrar a Agroecologia e nossa rica biodiversidade, como alternativas que são superiores a todas as ferramentas violentas e fracassadas que vêm de guerra e de mentes militarizadas.

Vamos honrar todos os seres e as nossas comunidades na sua diversidade rica e vibrante, com marchas e festas, com feiras e festivais.


• Saiba mais sobre o Tribunal Monsanto: http://pt.monsantotribunal.org/

• Saiba mais sobre a campanha Navdanya em Jaiv Panchayat – democracia viva desde 1999 [Inglês]: http://www.navdanya.org/campaigns/jaiv-panchayat


Mais ações pelo Seed Freedom

• Assina a Declaração Seed Freedom (Sementes livres): http://seedfreedom.info/declaration-on-seed-freedom/
[Português]: https://gaia.org.pt/node/16379

• Subscreve o boletim & actualizações da Liberdade das Sementes: http://seedfreedom.info/newsletter/

Convocatória para a Acção do Seed Freedom (Sementes Livres) 2016