Sou Arlindo Marques: contra a violação de direitos da parte da empresa CELTEJO

O GAIA junta-se à campanha de solidariedade com o defensor do rio Tejo Arlindo Marques , contra a repressão por parte da empresa CELTEJO.

O Arlindo Consolado Marques, membro e secretário da mesa do Conselho Deliberativo do proTEJO, é um cidadão ribeirinho do Tejo que ama verdadeiramente o Tejo tendo vivido à beira Tejo e convivido com o rio ao longo da sua vida.
Desde início de 2015 que tem vindo a denunciar às autoridades competentes a extensa e grave poluição que começou a observar no rio Tejo, a qual começou a registar em vídeo e a divulgar nas redes sociais para que todos pudéssemos saber do estado lastimável a que o rio Tejo tinha chegado.

Em muitas das situações registadas em vídeo e denunciadas por Arlindo Consolado Marques existem fortes suspeitas da poluição existente no rio Tejo ser proveniente da CELTEJO – Empresa de Celulose do Tejo, S.A., pertencente ao Grupo ALTRI, ou de indústrias de papel associadas uma vez que esta empresa foi sinalizada pela Agência Portuguesa do Ambiente como contribuinte significativa para as ocorrências de poluição no rio Tejo.

Inacreditavelmente a empresa CELTEJO interpôs uma ação judicial contra o Arlindo Consolado Marques por ofensas à sua credibilidade e bom nome em consequência das denúncias que o mesmo tem feito e divulgado nas redes sociais sobre a poluição do rio Tejo, reclamando o pagamento de uma indemnização de 250 mil euros.

Esta ação contra o Arlindo Consolado Marques é uma ação contra todos os cidadãos de Portugal e Espanha que defendem o rio Tejo e contra todos os defensores do ambiente, consistindo num ato de intimidação que tenta condicionar o direito constitucional que todos os cidadãos têm de expressar livremente a sua opinião e o dever constitucional que todos os cidadãos têm de defender o ambiente.

Assim, devemos todos estar solidários com o Arlindo Consolado Marques comprometendo-nos a tomar todas as diligências para que este não seja condenado por exercer a sua cidadania e para que a ação interposta pela CELTEJO seja uma oportunidade para um cabal esclarecimento sobre as responsabilidades pela poluição do rio Tejo.

Esta é a hora de retribuirmos e de nos unirmos todos para ajudar na defesa de Arlindo Consolado Marques tal como ele tem defendido o rio Tejo e os seus afluentes.

Apelamos a que todos os cidadãos e comunidades ribeirinhas do rio Tejo e seus afluentes, em Portugal e Espanha, se solidarizem agora para ajudar e defender aqueles que com o risco da própria vida protegem os nossos rios.

O Arlindo Consolado Marques merece e o Tejo também o merece!

SOMOS TODOS ARLINDO MARQUES!

Vejam os vídeos aqui.

11 de Fevereiro: 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática

Domingo, dia 11 de Fevereiro terá lugar a terceira edição do Encontro Nacional pela Justiça Climática. Desta vez, é a FCUL (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) que vai acolher os activistas climáticos.

O encontro começa às 10 horas com um plenário (Edifício C6) e encerra às 18 horas, novamente com um plenário.

Programa detalhado aqui

 

Jantar Popular – dia 31 de Janeiro – 20h – Novo plano de barragens?

Jantar, projecção do documentário e conversa com activistas da campanha Rios Livres do Geota

Por 2017 ter sido o ano mais seco dos últimos 46 anos, surgiram notícias sobre a necessidade de construir novas barragens e fazer intervenções noutras existentes, com o argumento que as barragens são reservatórios de água.

Próximo dia 31 de Janeiro, a equipa Rios Livres do Geota, vem ao GAIA falar sobre o contexto actual em que (re-)surgem discursos a legitimar um novo plano de barragens. O Jantar Popular é às 20h e haverá uma curta apresentação da campanha Rios Livres e a projecção do filme “One For The River: The Vjosa Story” com uma conversa sobre o assunto.

  • Ajudar: 18 h
  • Jantar: 20 h
  • Projecção e debate: 21 horas

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Dia 23 de Janeiro no GAIA: Jantar popular “Wasted Waste”

Terça-feira, 23 de Janeiro, 20h: “Wasted Waste”

Jantar, projecção do documentário e conversa com participantes do filme

3,6 milhões de kg de comida são desperdiçados diariamente em todo o mundo. 870 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas apenas com este desperdício. 800 milhões de pessoas passam fome no nosso Planeta. 1/3 dos alimentos do Planeta vai parar ao lixo, enquanto 198 mil hectares foram usados para produzir toda a comida desperdiçada.

Este documentário é sobre estilos de vida individuais com repercussões conscientes no colectivo. Porque do ponto de vista da Natureza não existe desperdício. É a simbiose da vida. Um todo constituído de variáveis interdependentes, cada uma com sua causa e reacção. 

Freeganismo é um estilo de vida alternativo baseado no boicote ao capitalismo, com vista a diminuir o impacto causado no meio ambiente e rejeitando qualquer forma de exploração humana e animal. Fazem-no através do consumo limitado e consciente de recursos, bem como o resgate (re-aproveitamento) do desperdício. Não por necessidade. Mas por acreditarem que a sociedade produz acima das suas necessidades e possibilidades, com vista a dar continuidade a uma sociedade de consumo e crescimento ilusório. 

17h Preparação do jantar

20h Jantar popular

21h Projeção de Wasted Waste, seguido de conversa com participantes do filme

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Apoia o jornal MAPA – Apoia a Informação livre e crítica!


O MAPA é um projeto de informação crítica que edita um jornal em papel distribuído de Norte a Sul de Portugal. Através de um campanha de crowdfunding tencionamos financiar o ano de 2018.


Um jornal em papel e um projecto de informação que necessita financiar a sua actividade durante o ano de 2018. O financiamento do jornal MAPA provém maioritariamente do sistema de assinaturas, de donativos e, numa parte mais reduzida, da venda direta de exemplares. Devido ao crescimento da sua estrutura (aumento do número de colaboradores e da rede de distribuição) existe uma necessidade crescente de recursos e concretamente, de dinheiro. Após cinco anos, a conclusão é de que necessitamos de uma base sólida e permanente de financiamento para fazer face a este crescimento e à necessidade de continuar por muitos mais anos a publicar informação crítica.

Para fazer frente ao ano de 2018 necessitamos de 6000€. Estes custos, abaixo dos custos reais do projeto, são o limite inferior que garante a nossa sobrevivência e nos permitem planear, de forma confortável e segura, o futuro económico do projeto sem interromper a publicação do jornal.

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Sobre o promotor

O MAPA é um projeto de informação crítica que edita, trimestralmente, o jornal MAPA em papel e anima o site jornalmapa.pt. Foi fundado em 2012 e desde então publicou 18 edições, tendo começado com apenas 16 páginas e chegando hoje às 48.

Notícias, reportagens, ilustrações, factos e opiniões, a partir de uma perspetiva livre e, portanto, longe da esfera de influência de partidos políticos ou grupos económicos de qualquer cor ou sabor. O MAPA propõe nas suas páginas o desenvolvimento da crítica enquanto alimento e incentivo do pensamento e de práticas de autonomia e liberdade em todos os aspetos da vida. Um jornal gerado a partir de um coletivo de diversidade libertária, que vê na informação uma ferramenta para a transformação social, e num projeto de informação a criação de uma alternativa consistente aos espaços informativos dominantes em Portugal, ligados, na sua maioria, a grandes interesses políticos e às grandes corporações de media.

O MAPA é uma ferramenta na divulgação das ideias e dos debates que se desenvolvem em torno de lutas sociais, ambientais e económicas, que nascem na sociedade portuguesa e no resto do mundo.

Nas suas páginas têm presença habitual temas estruturantes da atualidade, como as transformações e os processos destrutivos do território rural e natural, as implicações ecológicas e sociais dos modelos de desenvolvimento, como o energético e alimentar, impostos aos habitantes deste planeta, a violência policial, o controlo do Estado sobre os cidadãos, as cidades e o espaço urbano. O MAPA é um canal de comunicação mas também um território de resistência em tempos de guerra.

O cabeçalho da edição em papel

O cabeçalho da edição em papel

Como funciona?

O projeto é pensado e gerido por um coletivo editorial que se organiza de forma horizontal e através da Associação Mapa Crítico, onde o uso dos recursos online são essenciais dada a dispersão geográfica dos seus elementos. É em assembleia que são tomadas as decisões sobre o que publicar e como organizar as edições e toda a estrutura. No MAPA o trabalho é voluntário, seja ao nível das colaborações, como a escrita de artigos, ilustração, fotografia e design, seja ao nível da distribuição e a gestão do projeto em papel e na web. O coletivo segue também um modelo aberto em que propostas podem ser apresentadas vindas de leitores, da sua comunidade de apoiantes ou do público em geral.

 

Para consultar e ler as edições online basta aceder ao

jornalmapa.pt

twitter

facebook

geral@jornalmapa.pt

Acede à página do crowdfunding aqui e dá uma ajudinha!

Orçamento e prazos

Duração da campanha: 16 de Janeiro a 16 Março

Total: 6000€

Comissão PPL: 516.60€

Impressão do jornal mapa: 65% (3564.21€)

Distribuição: 20 % (1096.68 €)

Custos fixos: 15% (822.51 €)

Imagens

Oportunidade SVE: Centro de educação ambiental na Galiza – Amigos da Terra

 

Amigos da Terra – Galiza – abrem uma vaga de Serviço Voluntário Europeu para voluntário/a português/a, para projecto de 11 meses a começar em Fevereiro 2018.
O projecto centra-se no tema do Ambiente. As actividades SVE consistem na promoção da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento das populações locais através dos recursos endógenos, investigação, formação e participação das comunidades. Prevêem o envolvimento do/a voluntário/a no serviço de informação ambiental, nas campanhas de sensibilização e actividades de animação, na preparação de oficinas e na colaboração com outros voluntários e jovens locais.
A organização de envio é o GAIA Alentejo.
As candidaturas estão abertas ate dia 21 de Janeiro.
Encontras toda a informação em
Candidata-te já e divulga a oportunidade!
BOM ANO!!!
A equipa SVE do GAIA Alentejo