16 de Fevereiro: Jantar Popular + documentário Mundurukânia-Na Beira da História

Dia 16 de Fevereiro pelas 20 horas: Jantar Popular do GAIA + Projecção do filme Mundurukânia, Na Beira da História


Aproveitando a chegada de uma companheira que vive perto da cidade de Santarém no Brasil, queremos mostrar o documentário Mundurukânia que mostra a história arqueológica bem como a realidade actual dos índios Munduruku e a condição política em que esta comunidade se encontra, esmagada por empresas mineradoras e construtoras de barragens. A conversa será à volta da actualidade de miséria, violência e luta para a maioria dos povos indígenas como esboçado pelo documentário complementada com as histórias de quem vive perto desta realidade.
 
Ficha técnica:
Mundurukânia, Na Beira da História (2015) 45”
Realizador: Miguel Viveiros de Castro
Filmado no Brasil

O que é o Jantar Popular?

– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Sou Arlindo Marques: contra a violação de direitos da parte da empresa CELTEJO

O GAIA junta-se à campanha de solidariedade com o defensor do rio Tejo Arlindo Marques , contra a repressão por parte da empresa CELTEJO.

O Arlindo Consolado Marques, membro e secretário da mesa do Conselho Deliberativo do proTEJO, é um cidadão ribeirinho do Tejo que ama verdadeiramente o Tejo tendo vivido à beira Tejo e convivido com o rio ao longo da sua vida.
Desde início de 2015 que tem vindo a denunciar às autoridades competentes a extensa e grave poluição que começou a observar no rio Tejo, a qual começou a registar em vídeo e a divulgar nas redes sociais para que todos pudéssemos saber do estado lastimável a que o rio Tejo tinha chegado.

Em muitas das situações registadas em vídeo e denunciadas por Arlindo Consolado Marques existem fortes suspeitas da poluição existente no rio Tejo ser proveniente da CELTEJO – Empresa de Celulose do Tejo, S.A., pertencente ao Grupo ALTRI, ou de indústrias de papel associadas uma vez que esta empresa foi sinalizada pela Agência Portuguesa do Ambiente como contribuinte significativa para as ocorrências de poluição no rio Tejo.

Inacreditavelmente a empresa CELTEJO interpôs uma ação judicial contra o Arlindo Consolado Marques por ofensas à sua credibilidade e bom nome em consequência das denúncias que o mesmo tem feito e divulgado nas redes sociais sobre a poluição do rio Tejo, reclamando o pagamento de uma indemnização de 250 mil euros.

Esta ação contra o Arlindo Consolado Marques é uma ação contra todos os cidadãos de Portugal e Espanha que defendem o rio Tejo e contra todos os defensores do ambiente, consistindo num ato de intimidação que tenta condicionar o direito constitucional que todos os cidadãos têm de expressar livremente a sua opinião e o dever constitucional que todos os cidadãos têm de defender o ambiente.

Assim, devemos todos estar solidários com o Arlindo Consolado Marques comprometendo-nos a tomar todas as diligências para que este não seja condenado por exercer a sua cidadania e para que a ação interposta pela CELTEJO seja uma oportunidade para um cabal esclarecimento sobre as responsabilidades pela poluição do rio Tejo.

Esta é a hora de retribuirmos e de nos unirmos todos para ajudar na defesa de Arlindo Consolado Marques tal como ele tem defendido o rio Tejo e os seus afluentes.

Apelamos a que todos os cidadãos e comunidades ribeirinhas do rio Tejo e seus afluentes, em Portugal e Espanha, se solidarizem agora para ajudar e defender aqueles que com o risco da própria vida protegem os nossos rios.

O Arlindo Consolado Marques merece e o Tejo também o merece!

SOMOS TODOS ARLINDO MARQUES!

Vejam os vídeos aqui.

11 de Fevereiro: 3º Encontro Nacional pela Justiça Climática

Domingo, dia 11 de Fevereiro terá lugar a terceira edição do Encontro Nacional pela Justiça Climática. Desta vez, é a FCUL (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) que vai acolher os activistas climáticos.

O encontro começa às 10 horas com um plenário (Edifício C6) e encerra às 18 horas, novamente com um plenário.

Programa detalhado aqui

 

Jantar Popular – dia 31 de Janeiro – 20h – Novo plano de barragens?

Jantar, projecção do documentário e conversa com activistas da campanha Rios Livres do Geota

Por 2017 ter sido o ano mais seco dos últimos 46 anos, surgiram notícias sobre a necessidade de construir novas barragens e fazer intervenções noutras existentes, com o argumento que as barragens são reservatórios de água.

Próximo dia 31 de Janeiro, a equipa Rios Livres do Geota, vem ao GAIA falar sobre o contexto actual em que (re-)surgem discursos a legitimar um novo plano de barragens. O Jantar Popular é às 20h e haverá uma curta apresentação da campanha Rios Livres e a projecção do filme “One For The River: The Vjosa Story” com uma conversa sobre o assunto.

  • Ajudar: 18 h
  • Jantar: 20 h
  • Projecção e debate: 21 horas

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Dia 23 de Janeiro no GAIA: Jantar popular “Wasted Waste”

Terça-feira, 23 de Janeiro, 20h: “Wasted Waste”

Jantar, projecção do documentário e conversa com participantes do filme

3,6 milhões de kg de comida são desperdiçados diariamente em todo o mundo. 870 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas apenas com este desperdício. 800 milhões de pessoas passam fome no nosso Planeta. 1/3 dos alimentos do Planeta vai parar ao lixo, enquanto 198 mil hectares foram usados para produzir toda a comida desperdiçada.

Este documentário é sobre estilos de vida individuais com repercussões conscientes no colectivo. Porque do ponto de vista da Natureza não existe desperdício. É a simbiose da vida. Um todo constituído de variáveis interdependentes, cada uma com sua causa e reacção. 

Freeganismo é um estilo de vida alternativo baseado no boicote ao capitalismo, com vista a diminuir o impacto causado no meio ambiente e rejeitando qualquer forma de exploração humana e animal. Fazem-no através do consumo limitado e consciente de recursos, bem como o resgate (re-aproveitamento) do desperdício. Não por necessidade. Mas por acreditarem que a sociedade produz acima das suas necessidades e possibilidades, com vista a dar continuidade a uma sociedade de consumo e crescimento ilusório. 

17h Preparação do jantar

20h Jantar popular

21h Projeção de Wasted Waste, seguido de conversa com participantes do filme

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Apoia o jornal MAPA – Apoia a Informação livre e crítica!


O MAPA é um projeto de informação crítica que edita um jornal em papel distribuído de Norte a Sul de Portugal. Através de um campanha de crowdfunding tencionamos financiar o ano de 2018.


Um jornal em papel e um projecto de informação que necessita financiar a sua actividade durante o ano de 2018. O financiamento do jornal MAPA provém maioritariamente do sistema de assinaturas, de donativos e, numa parte mais reduzida, da venda direta de exemplares. Devido ao crescimento da sua estrutura (aumento do número de colaboradores e da rede de distribuição) existe uma necessidade crescente de recursos e concretamente, de dinheiro. Após cinco anos, a conclusão é de que necessitamos de uma base sólida e permanente de financiamento para fazer face a este crescimento e à necessidade de continuar por muitos mais anos a publicar informação crítica.

Para fazer frente ao ano de 2018 necessitamos de 6000€. Estes custos, abaixo dos custos reais do projeto, são o limite inferior que garante a nossa sobrevivência e nos permitem planear, de forma confortável e segura, o futuro económico do projeto sem interromper a publicação do jornal.

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Distribuir 3000 exemplares tem um certo peso !!

Sobre o promotor

O MAPA é um projeto de informação crítica que edita, trimestralmente, o jornal MAPA em papel e anima o site jornalmapa.pt. Foi fundado em 2012 e desde então publicou 18 edições, tendo começado com apenas 16 páginas e chegando hoje às 48.

Notícias, reportagens, ilustrações, factos e opiniões, a partir de uma perspetiva livre e, portanto, longe da esfera de influência de partidos políticos ou grupos económicos de qualquer cor ou sabor. O MAPA propõe nas suas páginas o desenvolvimento da crítica enquanto alimento e incentivo do pensamento e de práticas de autonomia e liberdade em todos os aspetos da vida. Um jornal gerado a partir de um coletivo de diversidade libertária, que vê na informação uma ferramenta para a transformação social, e num projeto de informação a criação de uma alternativa consistente aos espaços informativos dominantes em Portugal, ligados, na sua maioria, a grandes interesses políticos e às grandes corporações de media.

O MAPA é uma ferramenta na divulgação das ideias e dos debates que se desenvolvem em torno de lutas sociais, ambientais e económicas, que nascem na sociedade portuguesa e no resto do mundo.

Nas suas páginas têm presença habitual temas estruturantes da atualidade, como as transformações e os processos destrutivos do território rural e natural, as implicações ecológicas e sociais dos modelos de desenvolvimento, como o energético e alimentar, impostos aos habitantes deste planeta, a violência policial, o controlo do Estado sobre os cidadãos, as cidades e o espaço urbano. O MAPA é um canal de comunicação mas também um território de resistência em tempos de guerra.

O cabeçalho da edição em papel

O cabeçalho da edição em papel

Como funciona?

O projeto é pensado e gerido por um coletivo editorial que se organiza de forma horizontal e através da Associação Mapa Crítico, onde o uso dos recursos online são essenciais dada a dispersão geográfica dos seus elementos. É em assembleia que são tomadas as decisões sobre o que publicar e como organizar as edições e toda a estrutura. No MAPA o trabalho é voluntário, seja ao nível das colaborações, como a escrita de artigos, ilustração, fotografia e design, seja ao nível da distribuição e a gestão do projeto em papel e na web. O coletivo segue também um modelo aberto em que propostas podem ser apresentadas vindas de leitores, da sua comunidade de apoiantes ou do público em geral.

 

Para consultar e ler as edições online basta aceder ao

jornalmapa.pt

twitter

facebook

geral@jornalmapa.pt

Acede à página do crowdfunding aqui e dá uma ajudinha!

Orçamento e prazos

Duração da campanha: 16 de Janeiro a 16 Março

Total: 6000€

Comissão PPL: 516.60€

Impressão do jornal mapa: 65% (3564.21€)

Distribuição: 20 % (1096.68 €)

Custos fixos: 15% (822.51 €)

Imagens

Oportunidade SVE: Centro de educação ambiental na Galiza – Amigos da Terra

 

Amigos da Terra – Galiza – abrem uma vaga de Serviço Voluntário Europeu para voluntário/a português/a, para projecto de 11 meses a começar em Fevereiro 2018.
O projecto centra-se no tema do Ambiente. As actividades SVE consistem na promoção da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento das populações locais através dos recursos endógenos, investigação, formação e participação das comunidades. Prevêem o envolvimento do/a voluntário/a no serviço de informação ambiental, nas campanhas de sensibilização e actividades de animação, na preparação de oficinas e na colaboração com outros voluntários e jovens locais.
A organização de envio é o GAIA Alentejo.
As candidaturas estão abertas ate dia 21 de Janeiro.
Encontras toda a informação em
Candidata-te já e divulga a oportunidade!
BOM ANO!!!
A equipa SVE do GAIA Alentejo

Jantar Popular: Piratas modernos e comunidades no mar

Velejar…
Um hobby de luxo para os privilegiados? Um desporto para os ricos?
Talvez, mas não só.
Empunhamos um par de binóculos, perscrutamos o horizonte: Alternative World Sailing Community , Festina Lente, Confradia Recla-Mar, AJD , Flotille
Cada vez mais projectos e pessoas têm descoberto na vida no mar uma alternativa à sociedade consumista, e uma experiência de autonomia e liberdade. Recuperam-se veleiros moribundos, içam-se velas, parte-se sem pressa, derrubam-se fronteiras, criam-se redes, experimentam-se formas de vida comunitária e em harmonia com a natureza.

Três veleiros recuperados e colectivizados estão neste momento em Lisboa. O Tupamaro partiu da Bretanha rumo a sul. É um dos barcos do colectivo Jean-Batollectif/ve:  uma equipa duma quinzena de pessoas com vontades comuns, como as de navegar, reparar barcos, criar sinergias, fazer espectáculos, grupos corais, cantinas… O Albarquel é um barco de 20 metros em madeira que está a ser reparado por mais de uma dezena de pessoas num estaleiro em Sarilhos Pequenos e que vogará em breve rumo a Marselha. O grupo que se ocupará do Albarquel está ainda em construção.

 
A sua tripulação vem até ao GAIA, partilhar histórias e conversar sobre o mar, a vela e o sonho.

Vamos conhecer estes piratas dos nossos tempos. Para quem sabe amanhã sermos nós a zarpar 🙂

18h cozinhar (ajuda é bem-vinda)
20h jantar
21h30 apresentação e conversa

(read more for english)

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Sustranet Contact Making Seminar

A network for the transition to a sustainable and collaborative future

Something inspiring and powerful is being born. We are building another world with our hands and we are transforming ourselves in the whole process. Education, communication, networking and solidarity are vital elements for our transition to a better state of living, in harmony with nature, ourselves and other fellow humans.

 

The Contact Making Seminar (CMS) for the setting up of the Sustainability Transition Network (SUSTRANET) was realized on 7-15 September 2017 at Vlachia, Evia, Greece. The networking event was organized in the premises of the Stagones sustainability academy by iliosporoi network (coordinator) and hosted in total 33 youth workers and trainers from seven different counties (Greece, Italy, Spain, Portugal, Germany, Latvia, Belgium), representing at least 10 organizations.

The CMS had as a primary focus to gather organizations involved in sustainability transition with the core objective to exchange experiences and best practices and set the basis for the establishment of a network of cooperation. In parallel, local trainers organized a thorough programme of learning activities to build the capacity of participants on project development and EU funding issues, as well as, on non-formal education/ experiential learning methods.

During the course of 8 days, participants jointly carried out a programme of mixed activities (info sessions and presentations, debates, participatory seminars, practical workshops, simulation exercises, energizers, team building exercises, outdoor and social engagement activities) that enhanced their skills and competencies and allowed them to experience a multicultural simulation of living in an ecological community. Project partners realized a mapping of their capacity and expertise and with the active involvement of their youth workers they will form a pool of trainers on sustainability transition that will transfer the acquired knowledge to other European regions and localities.

The CMS gave project partners the opportunity to engage participants in an intensive and participatory learning process that enabled them to get actively involved in a non-formal educational process for training of sustainability trainers and multipliers at local/ national levels. At the same time gave them necessary knowledge and tools to develop and manage projects, to develop networks of collaboration and undertake deliberative decision making.

Youth workers were able to develop skills and competencies on inter-cultural training for sustainability, including but not limited to: team work, leadership, self-awareness, analytical and creative thinking, visioning and participatory planning, project management and conflict resolution, monitoring and evaluation. In the long run these will contribute to their personal and socio-educational development and will improve their employment prospects.

The project was carried out as a follow up to the successful implementation of SUSTRARES that was flagged as a best practice by the Greek National Agency. SUSTRARES (Sustainability, Transition and Resilience) was a 10-day intensive training course for youth workers that focused on self-sufficiency, community building and sustainability transition issues through mostly practical workshops. SUSTRANET CMS focused more on team deliberation and building of concrete project ideas and proposals.

The main deliverables of the SUSTRANET CMS project include a dissemination poster for publicizing the network and attracting new members, a website (https://sustra.net), a short aftermath video (https://youtu.be/zRZpzLxbCxw), a short reflection stories video, and a training report. The main outcome of the project was that participants as a final exercise they split into two groups and developed two concrete proposals to be submitted in the Erasmus+ programme. One of them is a Youth Worker Mobility on Zero Waste and the second is a Strategic Partnership for the establishment of sustainability transition hubs and an international pool of trainers.

The future is now, the present is ours. We learn how to become self-sufficient and aware, skilled with all the necessary competencies to create our own frugal abundance by developing and implementing a new paradigm and a new imperative of an emancipatory transition to sustainability.

Project partners and SUSTRANET founding organizations:

Iliosporoi Network (Coordinator, Greece), La Fabbrica Del Sole Onlus (FDS) (Italy), Gaia (Portugal), Arci Chieti (Italy), SEYN (Belgium), Agronauten (Germany), Ecobytes (Germany), The Latvial Permaculture Association (Latvia), The School Of The Earth ‘Nea Guinea’ (Greece), Sunseed Desert Technology (Spain).

Sustra.net

Funded by the Erasmus+ Programme of the European Union.

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental