All posts by gaia

Sustranet Contact Making Seminar

A network for the transition to a sustainable and collaborative future

Something inspiring and powerful is being born. We are building another world with our hands and we are transforming ourselves in the whole process. Education, communication, networking and solidarity are vital elements for our transition to a better state of living, in harmony with nature, ourselves and other fellow humans.

 

The Contact Making Seminar (CMS) for the setting up of the Sustainability Transition Network (SUSTRANET) was realized on 7-15 September 2017 at Vlachia, Evia, Greece. The networking event was organized in the premises of the Stagones sustainability academy by iliosporoi network (coordinator) and hosted in total 33 youth workers and trainers from seven different counties (Greece, Italy, Spain, Portugal, Germany, Latvia, Belgium), representing at least 10 organizations.

The CMS had as a primary focus to gather organizations involved in sustainability transition with the core objective to exchange experiences and best practices and set the basis for the establishment of a network of cooperation. In parallel, local trainers organized a thorough programme of learning activities to build the capacity of participants on project development and EU funding issues, as well as, on non-formal education/ experiential learning methods.

During the course of 8 days, participants jointly carried out a programme of mixed activities (info sessions and presentations, debates, participatory seminars, practical workshops, simulation exercises, energizers, team building exercises, outdoor and social engagement activities) that enhanced their skills and competencies and allowed them to experience a multicultural simulation of living in an ecological community. Project partners realized a mapping of their capacity and expertise and with the active involvement of their youth workers they will form a pool of trainers on sustainability transition that will transfer the acquired knowledge to other European regions and localities.

The CMS gave project partners the opportunity to engage participants in an intensive and participatory learning process that enabled them to get actively involved in a non-formal educational process for training of sustainability trainers and multipliers at local/ national levels. At the same time gave them necessary knowledge and tools to develop and manage projects, to develop networks of collaboration and undertake deliberative decision making.

Youth workers were able to develop skills and competencies on inter-cultural training for sustainability, including but not limited to: team work, leadership, self-awareness, analytical and creative thinking, visioning and participatory planning, project management and conflict resolution, monitoring and evaluation. In the long run these will contribute to their personal and socio-educational development and will improve their employment prospects.

The project was carried out as a follow up to the successful implementation of SUSTRARES that was flagged as a best practice by the Greek National Agency. SUSTRARES (Sustainability, Transition and Resilience) was a 10-day intensive training course for youth workers that focused on self-sufficiency, community building and sustainability transition issues through mostly practical workshops. SUSTRANET CMS focused more on team deliberation and building of concrete project ideas and proposals.

The main deliverables of the SUSTRANET CMS project include a dissemination poster for publicizing the network and attracting new members, a website (https://sustra.net), a short aftermath video (https://youtu.be/zRZpzLxbCxw), a short reflection stories video, and a training report. The main outcome of the project was that participants as a final exercise they split into two groups and developed two concrete proposals to be submitted in the Erasmus+ programme. One of them is a Youth Worker Mobility on Zero Waste and the second is a Strategic Partnership for the establishment of sustainability transition hubs and an international pool of trainers.

The future is now, the present is ours. We learn how to become self-sufficient and aware, skilled with all the necessary competencies to create our own frugal abundance by developing and implementing a new paradigm and a new imperative of an emancipatory transition to sustainability.

Project partners and SUSTRANET founding organizations:

Iliosporoi Network (Coordinator, Greece), La Fabbrica Del Sole Onlus (FDS) (Italy), Gaia (Portugal), Arci Chieti (Italy), SEYN (Belgium), Agronauten (Germany), Ecobytes (Germany), The Latvial Permaculture Association (Latvia), The School Of The Earth ‘Nea Guinea’ (Greece), Sunseed Desert Technology (Spain).

Sustra.net

Funded by the Erasmus+ Programme of the European Union.

27 Outubro: Apresentação da Observação em território Guarani e Kaiowa & Jantar Popular

No final de Agosto 2017, uma delegação de oito observadores pelos direitos humanos da Itália, Alemanha, Espanha e Portugal visitou terras indígenas dos povos indígenas Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul, no Brasil. A viagem foi prolongada com uma parte da equipa, para poder fazer mais umas visitas a lugares Guarani e Kaiowá que precisam de apoio urgente.

Observadores da Europa com líderes do movimento Guarani kaiowa

O objectivo dos observadores internacionais foi sobretudo conhecer a situação em que se encontram os povos mais ameaçados pela investida do agronegócio no Brasil, discutir formas de cooperação internacional e estabelecer canais de comunicação directa entre uma rede de apoio que se está a criar na Europa e as comunidades Guarani e Kaiowá.
A observadora portuguesa fará a primeira apresentação geral pública sobre esta viagem a território Guarani no dia 27 de Outubro à noite no espaço do GAIA em Alfama, Lisboa.

O encontro será aberto a quem tiver interesse em conhecer melhor a realidade dos povos e territórios dos Guarani e Kaiowa, e a quem já conhecendo se quiser envolver na rede europeia de apoio ao povo indígena Guarani e Kaiowa. Esta é uma rede que se começou a construir recentemente, e que dará continuidade às discussões tidas sobre formas de cooperação através de campanhas na Europa e de projectos em territórios Guarani e Kaiowa, que serão apresentados neste evento.

mapa dos territórios Guarani e Kaiowa em Mato Grosso do Sul

Neste momento as principais campanhas a serem dinamizadas na Europa são:

  • Denunciar o Marco temporal e pressionar o governo brasileiro a continuar o processo de demarcação de terras;
  • Denunciar os ataques de milícias armadas às retomadas e a violência exercida contra as mulheres indígenas;
  • Denunciar a devastação ambiental e as doenças causadas pelo agro-negócio (podendo incluir boicote a produtos);
  • Encontrar advogados para os líderes comunitários Guarani e Kaiowa e apoio financeiro para a articulação política.

Os principais projectos solicitados pelos Guarani e Kaiowa para serem desenvolvidos nos seus territórios estão relacionados com: saúde, educação, agricultura, sistemas de comunicação e com a conservação da sua forma de vida tradicional.

Alguns grupos da Europa já estão a responder aos pedidos financeiros para o desenvolvimento destes pedidos, em particular para sistemas de Internet por satélite (Italia), purificadores de água (Alemanha) e reconstrução de casas sagradas comunitárias  (Espanha).

O jantar popular começa às 20h, com uma refeição bio e vegana confeccionada por voluntários—se quiseres ajudar a preparar o jantar, diz-nos ou aparece, começamos a cozinhar às 18h.

Os donativos do jantar servirão para apoiar os custos de viagem da observadora portuguesa, Sara Baga, que se deslocou em labor voluntário a Mato Grosso do Sul através da rede “contra o genocídio dos povos indígenas”, contando ainda com apoio para os custos da viagem da parte do PAN, do GAIA e de vários apoiantes individuais.

Entretanto assinem e divulguem a petição pública  STOP GENOCÍDIO ÍNDIO – Salvem os Guarani Kaiowá !

E aproveitamos para recomendar uma ida ao cinema:

:

26/10 no Cine SãoJorge (sala Manoel de Oliveira) às 21 horas

27/10 no pequeno auditório do Culturgest às 14 horas.

Cena do filme Martírio

GAIA participa da formação da rede Sustranet

Recentemente tivémos a oportunidade de participar num seminário organizado por iliosporoi da Grécia. Este seminário reuniu diversas associações europeias com ampla experiência e actividade em temas de sustentabilidade ambiental. Entre as quais  La Fabbrica del Sole (Itália), Sun Seed Desert Technology (Espanha),  Arci Chieti (Itália), Seyn (Bélgica), Agronauten (Alemanha), Ecobytes (Alemanha) e a Associação de Permacultura Látvia. 

Em resultado deste seminário demos origem à formação da rede “Sustainability Transition Network” (SUSTRANET) cujo objectivo é unir o potencial abrangente de conhecimento, experiência e actividades destas várias iniciativas e associações europeias para impulsionar uma maior capacitação educacional para as iniciativas de transição e sustentabilidade pela Europa.

Os dias começavam com práticas de exercício físico, como yoga, exercícios de grupo “energizers” e abundantes pequenos almoços temperados a tahini com mel.  De seguida prosseguiam com diversas actividades, tendo por base oficinas teóricas discussões de grupo onde foram discutidos temas como: networking, ferramentas de educação informal e softwere opensource. Um dos objectivos para melhor articulação da sustentabilidade da própria rede sustranet foi aprender a esboçar propostas para candidaturas a programas de financiamento erasmus +.Nos intervalos tínhamos oportunidade de explorar a floresta em redor e a magnífica praia de Vlachia.

Tivémos oportunidade de compartilhar da diversidade cultural dos participantes através de confeção colectiva de versões vegans e bio da gastronomia tradicional de cada país, bem como desfrutar de momentos musicais. Estamos entusiasmados por participar desta dinâmica rede, e desde já agradecemos a iniciativa inicial a Iliosporoi.

O seminário decorreu no espaço offgrid do colectivo Stagones, em Vlachia, na Ilha de Evia, Grécia, entre 8 e 15 de Setembro de 2017, e foi financiado pelo programa Erasmus+.

Festa de Abertura da Sementeca

Está convidad@ para uma celebração sementeira onde se juntam @s idealistas que acreditam que devem existir mais bibliotecas que lojas de livros, mais sementecas em vez de pacotes vendidos, gente que caminha tendo a utopia no horizonte, que luta por um mundo em que as sementes sejam livres, sejam vistas como bem comum e não propriedade privada ou patenteada, gente que acredita que as sementes são para serem germinadas, plantadas, colhidas, trocadas, vividas, amadas e partilhadas!

Aparece Sábado, dia 1 de Abril,  para a abertura da Sementeca da Campanha pelas Sementes Livres, no espaço do GAIA, Rua da Regueira 40, em Alfama.

Se tens sementes que queres doar à Sementeca ou trocar, trá-las contigo neste dia! Se te apetece vir ajudar, aparece, o espaço abre por volta das 11h30.

Programa da tarde:
15h – Apresentação da Sementeca da Campanha pelas Sementes Livres.
16h – Mini-assembleia prática: Como funcionará a Sementeca das Sementes Livres?
17h –  Como recolher e guardar algumas sementes? Exemplos, perguntas e respostas. Com Drica e Pepa da rede Círculos de Sementes!
18h – Partilhamos a abundância: trocas e empréstimo de sementes.
19h – Sopa da Liberdade!

Haverá criatividade e petiscos ao longo do dia!

*********************************************************
A seguir, às 20h30, também em Alfama, na Sociedade Boa União* há filme e debate:
Turismo e habitação em Alfama: projeção e debate, com a população de Alfama, a APPA e Left Hand Rotation.

*Beco das Cruzes, 1100-190 Lisboa.

Somos muit@s, estamos juntos,
em abril, lutas mil!

Assembleias quinzenais do GAIA Lisboa

A assembleia aberta quinzenal do grupo do GAIA Lisboa serve para coordenar as actividades no espaço em Alfama, na Rua da Regueira 40, e para gerir e manter o espaço como local de convívio, de disseminação de informação ecologista e socio-política, de exemplo de auto-gestão e D-I-Y, de inter-aprendizagem e debate, e.o.

Quem estiver interessadi em participar na dinamização do espaço e dos temas ligados à ecologia e justiça, está convidadi para aparecer nestas assembleias. Também quem tiver uma proposta para coordenar uma actividade no espaço ou para uma parceria, estará bem-vindi.

Assembleias Março / Abril:

14 de Março

28 de Março >> passa a 4 de Abril

4 de Abril

18 de Abril

2 de Maio

16 de Maio

30 de Maio

As assembleias começam às 18 horas.

Se houver alguma alteração, avisamos aqui! Em caso de dúvida, contacta-nos  em lisboa@gaia.org.pt

Iniciativa cidadã pela proibição do uso de glifosato na Europa

2017/02/08 _ Começa hoje a recolha de 1 milhão de assinaturas

Hoje dezenas de organizações não governamentais de toda a União Europeia, incluindo várias portuguesas, como GAIA, iniciaram a mobilização de cidadãos para banir o glifosato – mais conhecido como o herbicida Roundup da Monsanto.

Em Portugal registam-se os níveis de contaminação humana mais elevados de toda a União Europeia, mais de um ano após a Organização Mundial de Saúde ter classificado este herbicida como “carcinogénio provável para o ser humano e carcinogénio provado para animais de laboratório”. Por isso todos os portugueses têm particular interesse em aderir a esta acção.

Além da proibição dos herbicidas à base de glifosato, a iniciativa de cidadania agora desencadeada pressiona a Comissão Europeia para dois objetivos adicionais: garantir a transparência e independência nos processos de (re)autorização de pesticidas e impor prazos obrigatórios para a redução progressiva do uso de todos os pesticidas.

Segundo o Eng. Jorge Ferreira, da Plataforma Transgénicos Fora, “O glifosato aparece em todo o lado: na água, nos alimentos, nas pessoas, até na chuva e no leite materno. As substâncias carcinogénicas não têm limiar de segurança pelo que a proteção da saúde exige a proibição total, tal como já aconteceu com inúmeros pesticidas no passado.”

Esta Iniciativa de Cidadania Europeia, criada legalmente no âmbito do Tratado de Lisboa, tem até 25 de janeiro de 2018 para recolher um milhão de assinaturas, com valores mínimos obrigatórios atingidos em pelo menos sete Estados Membros (em Portugal o mínimo é de 15750 assinaturas válidas). No entanto, como a Comissão Europeia pretende tomar uma decisão final sobre o glifosato até ao final de 2017, a recolha de assinaturas deverá terminar até ao verão. As Iniciativas de Cidadania obrigam a Comissão Europeia a propor legislação sobre a matéria em causa, embora não possam forçar o resultado final desse processo.

Os interessados podem assinar na página da coordenação europeia: https://sign.stopglyphosate.org/?lang=pt

ENQUADRAMENTO E INFORMAÇÃO ADICIONAL

O glifosato é o herbicida mais usado em Portugal (e em todo o mundo), sendo aplicado amplamente na agricultura e em áreas urbanas, mesmo nas mais sensíveis – como ruas e calçadas, parques públicos e espaços de escolas e hospitais. Também é vendido livremente para uso não profissional (em hortas e jardins privados). A sua aprovação baseou-se em estudos de toxicidade secretos e controversos, produzidos pela própria indústria e com duração insuficiente para avaliar devidamente o risco de cancro e disrupção endócrina, entre outros.

Em março de 2015 a Agência Internacional para a Investigação do Cancro da Organização Mundial de Saúde, autoridade mundial na matéria, classificou o glifosato como «carcinogénico provado para animais de laboratório» e «carcinogénico provável para o ser humano». Esta conclusão foi baseada numa revisão de cerca de 1.000 estudos publicados em revistas científicas e independentes dos interesses comerciais.

De acordo com a Ordem dos Médicos, através do seu Bastonário, existem atualmente múltiplas evidências de que o glifosato é fator de risco para doença celíaca, infertilidade, malformações congénitas, doença renal, autismo e outras patologias. A situação é de tal modo grave do ponto de vista da saúde pública que a Assembleia Geral da Associação Médica Alemã em 2016 aprovou um pedido formal para que o glifosato não seja reautorizado, nem na Alemanha nem na União Europeia.

A Comissão Europeia pretende renovar a autorização de venda do glifosato mas não tem tido apoio político para tal, pelo que optou por prolongá-la apenas até ao final de 2017 enquanto se aguarda o parecer científico da Agência Europeia da Química (ECHA). No entanto a ECHA apenas está a analisar o potencial cancerígeno do glifosato – o seu potencial para desregulação endócrina vai continuar por definir, o que significa uma enorme falha na avaliação do real impacto deste químico e uma razão adicional para o proibir.

A autoridade fitossanitária nacional (a Direção Geral de Alimentação e Veterinária do Ministério da Agricultura) proibiu recentemente os herbicidas à base de glifosato que contenham também uma outra substância particularmente tóxica (a taloamina) e anunciou a proibição de aplicação do glifosato em espaços públicos mais sensíveis. São medidas positivas mas que ficam ainda muito aquém do necessário para garantir a segurança dos portugueses.

A situação em Portugal é particularmente grave. Em 2014 aplicaram-se no país mais de 1.600 toneladas de glifosato e este consumo, que mais que duplicou entre 2002 e 2012, continua a aumentar de acordo com os dados oficiais. A sua utilização abrange a agricultura como também, e em grande escala, os espaços públicos, mesmo em períodos de chuva onde a probabilidade de arrastamento para os cursos de água (e captações para consumo humano) aumenta significativamente.

Há mais de dez anos que em Portugal não é feita qualquer análise oficial à presença do glifosato em alimentos, solo, água, ar ou pessoas. Este vazio, inédito a nível europeu, foi preenchido parcialmente em 2016 com análises realizadas pela Plataforma Transgénicos Fora em colaboração com a iniciativa internacional Detox Project que evidenciaram níveis inesperadamente elevados deste contaminante na urina de todas as pessoas analisadas. Os portugueses testados apresentaram, em média, vinte vezes mais glifosato do que os seus homólogos alemães.

Face à gravidade e à atualidade do problema, dezenas de organizações não governamentais europeias vão agora levar a pressão pública à Comissão Europeia através da Iniciativa de Cidadania. Os dias do glifosato estão contados porque a consciência coletiva dos europeus está a acordar e a opção vai esmagadoramente no sentido de uma agricultura realmente sustentável, amiga dos pequenos produtores, que contribua para um ambiente limpo e produza alimentos saudáveis para todos.

Comunicado redigido e publicado originalmente por Plataforma Transgénicos Fora!

CETA check out!

Do TTIP ja deves ter ouvido falar, mas o CETA é um tratado da mesma laia que vai muito mais avançado, à beira de ser aprovado.
Este péssimo tratado põe em causa, entre outras coisas, o acesso a cultivar sementes enquanto facilitará que as multinacionais consigam patentes de sementes, e impedirá (se deixarmos) qualquer possibilidade de economias locais e comércio justo, bem como a preservação de recursos naturaise paisagens protegidas, em Portugal e na Europa, das garras do lucro das big corps internacionais, que (não) passarão a poder processar pessoas e estados por as impedirem de lucrar com destruição ambiental alheia.
O CETA está em vias de ser aprovado em Fevereiro no parlamento europeu, e se isso vier a acontecer, nada de bom augura para o nosso futuro comum. Massa crítica precisa-se!
aqui 10 razões contra o CETA

Se o CETA for aprovado, os países periféricos e do sul ficarão sob uma enorme pressão para aplicar os padrões desse tratado para não perderem oportunidades comerciais. Os lobbies corporativos não escondem o seu objectivo de criar convergências globais baseados nos padrões euro-americanos. Isto forçará a adopção de políticas de livre-comércio por parte de países mais pobres que nem sequer participaram nas negociações.
 Faz o CETA check!
https://www.nao-ao-ttip.pt/ceta-check/

Não à patente da cevada e da cerveja

  As empresas de cervejas Carlsberg e Heineken estão a tentar obter a patente da cevada e a cerveja como sua invenção!

A cevada é um cereal muito antigo, cultivado há milhares de anos por agricultores, e a cerveja é uma bebida ancestral, claramente não inventada por esta empresa. Abaixo em inglês toda a informação sobre este caso a exigir acção cidadã. Assina a carta aberta disponível na ligação no final.
http://www.no-patents-on-beer.org/pt/

Kachel Portugal

O Parlamento europeu, a Comissão Europeia e os governos dos estados membros estão todos a pedir para acabar a atribuição de patentes que dizem respeito a plantas e animais derivados de melhoramento convencional. Isto é algo que muitas ONG’s, agricultores e criadores têm pedido ao longo de vários anos.

No entanto, nos últimos anos, o Instituto Europeu de Patentes (IEP) tem continuado a conceder tais patentes que abrangem, alimentos como por exemplo: tomates, brócolos, melões e, mais recentemente, cevada. As patentes cobrem desde sementes até colheitas, da cevada até à cerveja.

As patentes concedidas à Carlsberg e Heineken mostram como as empresas e os advogados de patentes em conluio com o IEP, são capazes de explorar e marcar áreas cinzentas na lei da patente de forma a evitar as proibições existentes.

É agora a altura dos governos da Europa agirem: Juntos no Conselho Administrativo do IEP, eles podem conjuntamente aplicar uma interpretação mais rigorosa das proibições existentes. As lacunas também precisam ser fechadas para tornar as proibições adequadamente eficazes. De facto, em 2017, os governos europeus decidiram numa iniciativa conjunta; e a decisão pode ser tomada em Junho de 2017. Contudo, há o perigo de que as proibições possam voltar a não ser efetivas. Por isso, escreva uma carta à Ministra Portuguesa da Justiça, Francisca Van Dunem – ela é a atual ministra responsável em Portugal.

Assina a petição contra a patente da cevada e da cerveja e envia a carta aberta para evitar esta vergonhosa biopirataria!