Boas Notícias! Teve hoje lugar a primeira votação desta série, no Concelho Europeu de Ambiente (com os ministros) e a proposta da Comissão Europeia que pretendia impedir a Áustria e a Hungria de proibirem o milho transgénico MON 810 nos seus países saiu derrotada! Eram precisos 255 votos num total de 345, e conseguiram-se 282. Vêm aí mais votações até ao Verão, mas esta já está ganha! Continuem a enviar cartas ao ministro!
Vimos convidar-te para uma bicicletada campestre, na zona de Portalegre, nos dias 28 de Fevereiro e 1 de Março
A Plataforma Transgénicos Fora apoia a iniciativa "Vita-Activa" iniciativa e convida todos os interessados a participar numa bicicletada alargada que decorrerá no fim de semana de 28 Fevereiro e 1 de Março entre Arronches e Portalegre, a poucos kilómetros da zona dos ensaios com milho transgénico que decorrem desde o ano passado.
O percurso a realizar terá cerca de 24 kms e ligará Arronches a Portalegre em dois dias, por entre uma paisagem de montado de sobro e azinho, característica deste região do Alto Alentejo. Haverá boa disposição garantida e são permitidos outros meios de transporte não poluentes (patins, bicicletas, skates, etc.) para realizar o percurso. As inscrições são gratuitas mas obrigatórias.
Para mais informações e inscrições (até 6ªf de manhã) contactar:
Em Portugal, como na França, o Ministério da Agricultura tem recusado divulgar ao longo dos últimos anos a localização dos cultivos de transgénicos. A Plataforma Transgénicos Fora já por várias vezes apresentou a sua reclamação quer junto desta entidade, quer junto do Ministério do Ambiente, responsável pela divulgação desta informação. A própria CADA (Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos) já deu razão às queixas constantes da Plataforma, mas até hoje ambos os Ministérios continuam a desrespeitar a lei. A notícia do Público que abaixo transcrevemos vem dar mais força a esta batalha da Plataforma e dos cidadãos.
Ontem deu-se um avanço importante na horta dos anões! Fomos poucas brancas de neve, mas das boas!
A chuva tinha feito alguns estragos, nomeadamente na cerca, e armadas com uma picareta e uma moca conseguimos endireitá-la, nalguns sítios enterrá-la e fixá-la a postes. Recolhémos mais uns quilos de pedras para demarcar canteiros e depois foi só a imaginação e o terreno inspirar-nos para finalmente fazer uns canteiros para o cultivo. Ainda houve tempo para semear com um dos grupos de crianças (3 a 5 anos), que foram mais cuidadosas que nós, evitando com extremo cuidado pisar os canteiros e colocando cada semente na terra com amor incondicional.
Semeámos fava, alho e agrião de jardim. Para a semana continuaremos a semear, com vários grupos de crianças.
As tarefas previstas para o futuro são:
- fazer o canteiro "A Roda do Sol"
- criar mais 2 compostores (já há paletes para tal)
Os alimentos transgénicos, ou plantas geneticamente modificadas, têm sido apresentados como solução para tudo: fome no mundo, alterações climáticas, agricultura química, doenças e subnutrição... Mas a verdade pode ser bem diferente, e as razões abaixo, entre outras, justificam a proibição pura e simples destes frutos da engenharia genética.
A ASAE nomeou a Doutora Margarida Oliveira, uma conhecida defensora dos transgénicas, para presidir à recém-criada Comissão de Avaliação de Risco dos Organismos Geneticamente Modificados. Os princípios da independência desta instituição fica posto em causa no que diz respeito à avaliação dos riscos da comercialização dos transgénicos em Portugal.
A campanha "Sementes Livres de Transgénicos" dá ínicio à festa mensal "Sementes Sonoras", no primeiro sábado do mês.
Sábado, 4 de Outubro no Centro Social da Mouraria, 3 bandas ao vivo, e uma DJ já nossa aliada nestas lides, vão animar a festa, que pretende ser além de uma forma de angariar fundos para a campanha - um ponto de encontro de activistas e afins.
A banda de samba da casa, "Ritmos de Resistência", abrirá o programa com uma arruada pela Mouraria acima. Seguido do habitual Jantar Popular do CSM, encharemos o "depósito alimentar" sem transgénicos antes do dancefloor até altas horas.
Aconteceu neste fim de Verão um encontro entre gentes que pretendem
ser futuros Guardiões de Sementes, na Quinta do Olival, Aguda perto de
Figueiró dos Vinhos.
Um fim de semana com as condições reunidas para
que a COLHER PARA SEMEAR – Rede Portuguesa de Variedades Regionais, uma
jovem associação, formasse cerca de 40 pessoas, dos quais 5 activistas
do GAIA, com o objectivo de que a recolha e reprodução de sementes
perdure e se expanda.