Jantar Popular GAIA 24 Novembro: Não queremos ser despejados do nosso bairro!

Aparece em mais um Jantar Popular do GAIA, desta feita para fazer um ponto de situação dos despejos e das formas de luta para inverter a expulsão dos residentes dos seus bairros!

Jantamos pelas 20 horas (quem quiser vir ajudar, apareça às 18h) e às 21 horas queremos mostrar o documentário curto sobre o que se passou na Rua dos Lagares, seguido de debate com moradores que estão ou estiveram em risco de despejo, apoiantes e representantes das associações e movimentos que se têm empenhado no direito à habitação social- e economicamente adequada, como Habita e APPA.

O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Apelo GAIA VIVA! Grão a grão, sustenta-se uma associação :-))

O GAIA lança apelo a antig@s e nov@s associad@s: ajudam-nos a manter esta associação VIVA?

Como colectivo independente, uma ave rara no meio ecologista que aposta na crítica social, no Faz-Tu-Mesmo e na economia solidária, o GAIA tem opções limitadas de financiamento. Neste momento, e apesar de sermos muito poupadinh@s, o nosso papo está a ficar sem grãos! Apelamos por isso a antig@s e nov@s associad@s para que agarrem o GAIA para a manter VIVA!

Como associad@:

  • apoias um colectivo auto-organizado crítico e activista, para que este possa manter a sua independência*.
  • passas a receber e poder difundir (boas e más) notícias sobre ecologia e as diferentes causas e lutas em que nos empenhamos como associação.
  • ajudas a organizar e/ou participas nas actividades do GAIA Lisboa, do GAIA Alentejo, ou ainda em eventos e iniciativas a nível nacional. As nossas actividades regulares são os Jantares Populares com temas políticos, as Cicloficinas, a Loja Grátis e a nossa Sementeca. Além disso dinamizamos eventos (conferências, oficinas, tertúlias, bancas, acções) para as campanhas e plataformas de que fazemos parte e fazemos eventos conjuntos com outros colectivos.

O que é o GAIA?

O GAIA—Grupo de Acção e Intervenção Ambiental é uma associação ecologista, inovadora, plural, apartidária e não hierárquica, que tem núcleos em Lisboa e no Alentejo. Para além de colaborar frequentemente com outras associações portuguesas, faz parte de várias redes nacionais, europeias e globais, entre elas a Plataforma Transgénicos Fora, o Climáximo, a Plataforma Salvar o Tua, a Campanha Sementes Livres, a Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, a Plataforma No Patents On Seeds, a Campanha das Autarquias Livres de Petróleo e Gás e a Campanha Empregos para o Clima.

O GAIA é uma associação do ambiente com uma forte componente activista, que combina a co-aprendizagem Faz-Tu-Mesmo com acções directas, criativas e não-violentas e promove o trabalho a partir das bases.

Para conheceres melhor o GAIA, os seus princípios, propostas e actividades, explora este portal ou contacta-nos.

O que se passa?

O GAIA não aceita financiamento de corporações, bancos ou partidos nem de fundações ligadas a corporações. O acesso a fundos europeus tem estado seriamente comprometido desde há dois anos com as novas regras. A associação vive por isso principalmente do apoio de indivídu@s: dos pequenos rendimentos dos seus conhecidos Jantares Populares e de alguns contributos nas suas iniciativas Recicleta, Loja Grátis ou Sementeca. Mas as tarefas para manter esta associação VIVA frequentemente superam as mãos disponíveis e os nossos gastos mensais, apesar de mínimos (rondam os 200 oiros em Lisboa), começaram a ultrapassar as receitas.

Precisamos de voltar a agitar a galinha e encher o papo, e pode ser grão a grão!

Como podes tornar-te associad@ ou renovar a tua ligação ao GAIA?

  • pessoalmente, visitando-nos no GAIA Lisboa ou no GAIA Alentejo, num evento ou numa das assembleias quinzenais.
  • apoiando-nos com o teu donativo ou quota anual, presencialmente ou por transferência para o NIB 0035 0298 0000 6902130 27 (deixa-nos teu nome, contribuinte e localidade, p.f.). Donativos regulares inferiores a 5 oiros ou donativos não monetários são igualmente muito bem vindos.**

* Nem o valor nem a natureza da quota estão fixos, tu decides qual o contributo que queres dar e de que forma (tempo, materiais úteis, saberes e fazeres, e/ou um donativo monetário).

** Para valores inferiores a 5 oiros, agradecemos apenas que o faças presencialmente, por causa das despesas burocráticas associadas!

AGRADECEMOS O QUE VEM POR BEM!

Curso Intensivo em Ativismo Climático

A urgência da crise climática exige uma radicalização da sociedade em geral, e uma politização rápida do movimento ambientalista em particular. Isto significa formar ativistas e militantes que entendam que estamos numa luta com um prazo (muito curto), e que sejam capazes de um pensamento estratégico. Nestas sessões, a nossa intenção é fortalecer uma abordagem anti-capitalista às alterações climáticas e organizar os participantes para lutarem pela justiça climática.

Sessões:

15 de novembro: Ciência Climática: o quinto relatório de avaliação do IPCC

22 de novembro: Justiça Climática: quem são os responsáveis, e quem são os afetados?

29 de novembro: Soluções Falsas e Soluções Verdadeiras para a crise climática

6 de dezembro: Democracia Energética e Transição Justa

13 de dezembro: Movimentos Sociais e Estratégias: teorias de mudança e escalamento de conflito

20 de dezembro: Movimento climático no mundo e em Portugal: dinâmicas, campanhas, grupos, redes

Todas as sessões começam às 19h00 e têm uma duração de 90 minutos.

Organização: Climáximo e GAIA

Participação:

A participação é sujeita a inscrição online prévia. Pedimos um donativo simbólico de 5€ por sessão (ou de 25€ para o programa completo), que será usado nas próximas iniciativas do GAIA e do Climáximo.

https://climaximo.wordpress.com/2017/10/15/curso-intensivo-em-ativismo-climatico/

27 Outubro: Apresentação da Observação em território Guarani e Kaiowa & Jantar Popular

No final de Agosto 2017, uma delegação de oito observadores pelos direitos humanos da Itália, Alemanha, Espanha e Portugal visitou terras indígenas dos povos indígenas Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul, no Brasil. A viagem foi prolongada com uma parte da equipa, para poder fazer mais umas visitas a lugares Guarani e Kaiowá que precisam de apoio urgente.

Observadores da Europa com líderes do movimento Guarani kaiowa

O objectivo dos observadores internacionais foi sobretudo conhecer a situação em que se encontram os povos mais ameaçados pela investida do agronegócio no Brasil, discutir formas de cooperação internacional e estabelecer canais de comunicação directa entre uma rede de apoio que se está a criar na Europa e as comunidades Guarani e Kaiowá.
A observadora portuguesa fará a primeira apresentação geral pública sobre esta viagem a território Guarani no dia 27 de Outubro à noite no espaço do GAIA em Alfama, Lisboa.

O encontro será aberto a quem tiver interesse em conhecer melhor a realidade dos povos e territórios dos Guarani e Kaiowa, e a quem já conhecendo se quiser envolver na rede europeia de apoio ao povo indígena Guarani e Kaiowa. Esta é uma rede que se começou a construir recentemente, e que dará continuidade às discussões tidas sobre formas de cooperação através de campanhas na Europa e de projectos em territórios Guarani e Kaiowa, que serão apresentados neste evento.

mapa dos territórios Guarani e Kaiowa em Mato Grosso do Sul

Neste momento as principais campanhas a serem dinamizadas na Europa são:

  • Denunciar o Marco temporal e pressionar o governo brasileiro a continuar o processo de demarcação de terras;
  • Denunciar os ataques de milícias armadas às retomadas e a violência exercida contra as mulheres indígenas;
  • Denunciar a devastação ambiental e as doenças causadas pelo agro-negócio (podendo incluir boicote a produtos);
  • Encontrar advogados para os líderes comunitários Guarani e Kaiowa e apoio financeiro para a articulação política.

Os principais projectos solicitados pelos Guarani e Kaiowa para serem desenvolvidos nos seus territórios estão relacionados com: saúde, educação, agricultura, sistemas de comunicação e com a conservação da sua forma de vida tradicional.

Alguns grupos da Europa já estão a responder aos pedidos financeiros para o desenvolvimento destes pedidos, em particular para sistemas de Internet por satélite (Italia), purificadores de água (Alemanha) e reconstrução de casas sagradas comunitárias  (Espanha).

O jantar popular começa às 20h, com uma refeição bio e vegana confeccionada por voluntários—se quiseres ajudar a preparar o jantar, diz-nos ou aparece, começamos a cozinhar às 18h.

Os donativos do jantar servirão para apoiar os custos de viagem da observadora portuguesa, Sara Baga, que se deslocou em labor voluntário a Mato Grosso do Sul através da rede “contra o genocídio dos povos indígenas”, contando ainda com apoio para os custos da viagem da parte do PAN, do GAIA e de vários apoiantes individuais.

Entretanto assinem e divulguem a petição pública  STOP GENOCÍDIO ÍNDIO – Salvem os Guarani Kaiowá !

E aproveitamos para recomendar uma ida ao cinema:

:

26/10 no Cine SãoJorge (sala Manoel de Oliveira) às 21 horas

27/10 no pequeno auditório do Culturgest às 14 horas.

Cena do filme Martírio

Lançamento do relatório: “Empregos para o Clima” em Portugal

A Campanha internacional “Empregos para o Clima” existe em Portugal desde 2015 e conta com o apoio de várias organizações cívicas, sindicais e ambientais.

Ao longo do último ano a campanha contou com a colaboração de vários académicos e ativistas para elaborar um relatório sobre os empregos necessários para a transição energética em Portugal.

Que empregos? Em que setores? Com que custos? Que transição? A publicação foca-se nestas e outras questões, avançando a estimativa global de 100 000 novos empregos para reduzir as emissões poluentes de Portugal em 60-70%, em 15 anos.

O lançamento do relatório “Empregos para o Clima” terá lugar amanhã, dia 19 de outubro(quinta-feira) pelas 19h no auditório do CES- Lisboa (Picoas Plaza), e contará com a presença de:

Manuel Carvalho da Silva – CES-Lisboa (comentador)
Ana Delicado – Instituto de Ciências Sociais, UL (oradora)
Américo Monteiro – CGTP-IN (orador)
Ana Mourão – Climáximo (moderadora)

GAIA participa da formação da rede Sustranet

Recentemente tivémos a oportunidade de participar num seminário organizado por iliosporoi da Grécia. Este seminário reuniu diversas associações europeias com ampla experiência e actividade em temas de sustentabilidade ambiental. Entre as quais  La Fabbrica del Sole (Itália), Sun Seed Desert Technology (Espanha),  Arci Chieti (Itália), Seyn (Bélgica), Agronauten (Alemanha), Ecobytes (Alemanha) e a Associação de Permacultura Látvia. 

Em resultado deste seminário demos origem à formação da rede “Sustainability Transition Network” (SUSTRANET) cujo objectivo é unir o potencial abrangente de conhecimento, experiência e actividades destas várias iniciativas e associações europeias para impulsionar uma maior capacitação educacional para as iniciativas de transição e sustentabilidade pela Europa.

Os dias começavam com práticas de exercício físico, como yoga, exercícios de grupo “energizers” e abundantes pequenos almoços temperados a tahini com mel.  De seguida prosseguiam com diversas actividades, tendo por base oficinas teóricas discussões de grupo onde foram discutidos temas como: networking, ferramentas de educação informal e softwere opensource. Um dos objectivos para melhor articulação da sustentabilidade da própria rede sustranet foi aprender a esboçar propostas para candidaturas a programas de financiamento erasmus +.Nos intervalos tínhamos oportunidade de explorar a floresta em redor e a magnífica praia de Vlachia.

Tivémos oportunidade de compartilhar da diversidade cultural dos participantes através de confeção colectiva de versões vegans e bio da gastronomia tradicional de cada país, bem como desfrutar de momentos musicais. Estamos entusiasmados por participar desta dinâmica rede, e desde já agradecemos a iniciativa inicial a Iliosporoi.

O seminário decorreu no espaço offgrid do colectivo Stagones, em Vlachia, na Ilha de Evia, Grécia, entre 8 e 15 de Setembro de 2017, e foi financiado pelo programa Erasmus+.

Campanha Nacional apresenta Posições das Candidaturas sobre Petróleo e Gás – Sines – 16h

Este Sábado, dia 23 de setembro, a campanha Autarquias Livres de Petróleo e Gás vai apresentar o mapa final com as posições das candidaturas em 58 municípios afetados e ameaçados pelas concessões para prospeção e exploração de petróleo e gás.

A campanha, lançada no passado junho, juntou quase 20 organizações da sociedade civil para “tirar o assunto a limpo”, pedindo uma tomada de posição clara e sem ambiguidade a todas as candidaturas. As organizações contactaram as candidaturas e pediram um compromisso escrito contra a prospeção e exploração de petróleo e gás no seu município. As respostas rececionadas foram registadas num mapa, que está disponível no site da campanha.

Nesta sessão serão apresentados os resultados finais da campanha.

As organizações envolvidas nesta campanha, nomeadamente Alentejo Litoral pelo Ambiente, ASMAA, A Nossa Terra, Climáximo, Coletivo Clima, GAIA, GEOTA, Hidrosfera, Marinha Grande Livre de Petróleo, Não ao Fracking Aljezur, Peniche Livre de Petróleo, Plataforma Algarve Livre de Petróleo, Porto sem OGM, SCIAENA, Stop Fracking Vila do Bispo, Tamera, Tavira em Transição e Zero convidam tod@s a estarem presentes na apresentação do mapa final.

A apresentação terá lugar este Sábado, dia 23,  às 16h00 no Hostel Allmar, junto à igreja matriz, em Sines.

Para mais informação: http://autarquiaslivresdepetroleo.pt

Dia 25 de Setembro – Jantar Popular sobre as Autarquias Livres de Petróleo e Gás – 20h – GAIA Alfama

Após a apresentação do mapa final da campanha Autarquias Livres de Petróleo e Gás em Sines, o GAIA em Alfama organiza um jantar com a  apresentação do mapa, dia 25 de Setembro pelas 20h.

A campanha, lançada no passado junho, juntou quase 20 organizações da sociedade civil para “tirar o assunto a limpo”. As organizações pediram uma tomada de posição clara e sem ambiguidade a todas as candidaturas às autarquias. As organizações contactaram as candidaturas e pediram um compromisso escrito contra a prospeção e exploração de petróleo e gás no seu município. As respostas recebidas foram registadas num mapa, que está disponível no site da campanha. Antes da apresentação do mapa será servido o Jantar Popular

Para mais informação: http://autarquiaslivresdepetroleo.pt

Dia 31 de Agosto – Posto de terramoturismo abre @ GAIAAlfama – 18h às 20h

Dia 31 abrimos no GAIA – Alfama, o posto de terramoturismo, entre as 18h e as 20h.

Juntos pela habitação para todis na cidade, nas cidades, no Mundo!

Posto de Terramoturismo no GAIA todas as Quintas-feiras das 18 às 20h.

Aparece, informa-te dos teus direitos, contribui com a tua história, participa para juntos construirmos uma nova visão para a cidade de Lisboa, que não deixe ninguém de fora!

Dia 24 de Agosto – Posto de terramoturismo re-abre @ GAIAAlfama – 18h às 20h

Vamos re-abrir o Posto de Terramoturismo.
Porque:
– temos que estar e continuar unidis para defender os interesses dos residentes de Lisboa contra os interesses de quem quer apenas explorar a cidade para um lucro fácil e exclusivo/só para alguns.
Então:
– “re-abrimos o posto de Terramoturismo no GAIA, para registar, testemunhar e informar sobre as vítimas da gentrificação do centro de Lisboa”.
Aparece!

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental