Nem em mar, nem em terra: enterrerar todos os furos!

No último dia 21 de Abril, o GAIA participou com uma banca no  “Encontro Caldas da Rainha contra o Fracking!” contra prospecção da exploração de gás e petróleo, em Aljubarrota e em todo o lado.

Durante o dia passaram pelo espaço mais de 50 pessoas e a sessão de esclarecimento teve participação de 30 pessoas.

Nesta sessão de esclarecimento alertou-se para a luta contra o furo em terra/Aljubarrota para prospecção da exploração de gás natural através da técnica de perfuração horizontal e fracturação hidráulica que está  planeada começar para o próximo ano, 2019.

Segundo o acordo de Paris, para a temperatura média do planeta não aumentar mais 2ºC até 210 não pode haver novas explorações de petróleo no Mundo/o petróleo tem de ficar debaixo do solo. Além disso as técnicas destinadas a este furo trazem problemas ambientais, de saúde pública e sociais gravíssimos.
Este furo previsto para 2019 pela empresa Australis tem como Municípios abrangidos Caldas da Rainha, Rio Maior, Alcobaça, Nazaré, Porto de Mós, Santarém, Leiria, Marinha Grande, Batalha, Pombal e Ourém.

O Movimento de cidadãos do centro contra a exploração de gás e petróleo está a organizar sessões de esclarecimento.
Próximas sessões de esclarecimento serão dia 27 de Abril em Leiria no Centro de Interpretação Ambiental e no dia 5 de Maio em Alcobaça no bar Wanli e com a presença do João Camargo.

Durante o dia também houve poesia-slam, um mural de arte-politizado, bancas informativas.

Participaram neste encontro também:

* Lirium – Harmonia e sustentabilidade (liriumaromaticas.blogspot.pt)
* Gaio Louro -produtos amigos do ambiente (gaiolouro.wordpress.com)
*CREA – (Caldas da Rainha pela ética animal) (creapelosanimais.blogspot.com)

* A Linha Vermelha
* Peniche Livre de Petróleo
* Centro em Acção! Fracking Não! Gasnaturalnao.wordpress.com

Muito importante, decorre neste momento a participação na consulta pública acerca do furo em Aljubarrota. Para participar aceda a https://batalha.anossavoz.pt/

1º de Maio, o que é isto? Evento em Cacilhas

Evento organizado por Nu Sta Djunto e Dias à Margem:

Estamos onde nos querem, à deriva, subjugados aos interesses do capitalismo e distantes entre nós. Serventes, precários, dependentes, afásicos, querem-nos como mais uma geração produtiva e submissa. Que deleguemos, que abdiquemos do nosso espaço de decisão, que cedamos a cidade e que trabalhemos 8, 10, 12 horas para conseguir ter onde dormir e o que comer. No primeiro de Maio propomos que se resista, que se reclame o espaço público, que se discuta trabalho, a habitação, os transportes, que se ocupe a cidade e que se repense a forma de viver o aqui e o hoje!
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Espaço aberto de discussão e partilha acompanhado com musica

Scúru Fitchádu
DBÉR
Dani g mira squad
Boss MentisAfro
Tilt
ATAC
UNO

COMUNICADO: REPÚDIO DOS DESPEJOS NO BAIRRO 6 DE MAIO – Ocupação do mInistério do Ambiente

Lisboa, 9 de Abril de 2018

As demolições realizadas no Bairro 6 de Maio, na Amadora, no passado dia 3 de Abril, sem aviso prévio e sem qualquer alternativa de habitação, deixando pelo menos duas famílias sem casa, exige decisões e clarificações por parte da Câmara Municipal da Amadora, mas também da Secretaria de Estado da Habitação e do IHRU. Os atropelos aos direitos humanos e à constituição não podem continuar sem que nenhuma medida seja tomada por parte destas entidades responsáveis.

Assim, a Comissão de Moradores do Bairro 6 de Maio, juntamente com a associação Habita e outros coletivos, vêm apresentar os seguintes comentários e propostas para que se trave de uma vez por todas as demolições e despejos forçados, sem qualquer solução alternativa digna para as famílias. 

1- A Câmara Municipal da Amadora tinha-se comprometido, juntamente com o governo central e a pedido da Assembleia da República, a parar com demolições e despejos sem soluções dignas e adequadas para as famílias.

2 – A Comissão de Moradores do Bairro 6 de Maio e a Associação Habita empenharam-se no levantamento das famílias que já tinham sido despejadas ou estão em perigo de o ser e necessitam de uma solução. Ainda assim, alertou-se para o facto de poderem não ter sido identificadas todas as situações por falta de meios. Esta lista foi transmitida à autarquia.

3 – No passado dia 3 de Abril, quando as demolições avançaram, a Comissão de Moradores e as associações presentes informaram imediatamente a Câmara Municipal e a Secretaria de Estado da Habitação que havia situações que não estavam a ser acauteladas e que era necessário interromper o processo. No entanto, as demolições avançaram e, pelo menos duas famílias, ficaram e permanecem desde então na rua sem qualquer solução.

4 – O IHRU e a Câmara Municipal da Amadora comprometeram-se, através de um protocolo, a trabalhar em conjunto na solução para as famílias do Bairro 6 de Maio que estão fora da lista do Programa Especial de Realojamento.

5 – Como se comprovou a semana passada, a ausência de participação da Comissão de Bairro e das associações que a acompanham no processo de demolição e de realojamento deixou novamente pessoas na rua.

6 – Sendo cada vez maior o número de pessoas na rua sem solução, face ao desinteresse da Câmara Municipal da Amadora na resolução destes casos e à incapacidade de resposta adequada por parte da Segurança Social (pagar um mês de caução e um mês de renda), o governo central tem que garantir a defesa do Direito à Habitação.
7 – As pessoas despejadas não receberam nos últimos dias nenhuma proposta de solução e foram empurradas para uma situação de sem abrigo, sendo discriminadas em relação a outras que têm direito à habitação.

8 – É imperativo implementar soluções de emergência que salvaguardem a dignidade das pessoas desalojadas e integrá-las na lista dos agregados a realojar.

9 – Para que situações destas não voltem a acontecer e para que se garanta que todas as pessoas têm os mesmo direitos e serão realojadas no âmbito do protocolo anteriormente referido, vimos propor que o processo de demolição e realojamento seja acompanhado pela Comissão de Moradores do bairro e/ou pelas associações  que a apoiam, para que haja uma participação efetiva de todos, diálogo e transparência neste processo.

Hoje vamos estar no Ministério do Ambiente em ação por estas reivindicações, em defesa do Direito à Habitação.

Contactos:

Rita Silva – 916419605 (Associação Habita)

Cátia Silva – 960008757 (Comissão de Moradores Bairro 6 de Maio)

11 de Abril: Jantar Popular para Enterrar de vez o furo e Tirar as Petrolíferas do Mar!

Em preparação e apoio à Manifestação do dia 14 de Abril no Largo de Camões, convidamos todis xs cépticos do furo e das petrolíferas a unirem-se num Jantar Popular na próxima Quarta-feira, 11 de Abril no espaço do GAIA em Alfama!

Paira sobre nós a ameaça de furos de petróleo em Portugal, legitimados à força por governos locais e nacional em conluio com as empresas petrolíferas e em flagrante desrespeito pela vontade das populações locais, recorrendo a sucessivos adiamentos, avaliações de impacto ambiental opacas e renegociações à porta fechada. Ao mesmo tempo que temos mais capacidade instalada para produzir energias limpas, o estado português parece que não quer dar o passo definitivo para frente e está a cair para trás. Basta de protelar e de desinformar, basta de tentar manter viva uma indústria obsoleta, basta de furos e de todas as energias poluídoras!

No dia 14 de Abril, vamos à rua para fazer ouvir as vozes que se tentam abafar e enterrar de vez os furos!

Para o Jantar Popular do dia 11, convidámos um membro do colectivo Climáximo para vir explicar tudo o que há a saber sobre o polémico furo ao largo de Aljezur enquanto juntos criamos uma faixa para levar à manif.

>> 18h – ajudar

>> 20h – comer

>> 21h – conversar sobre furos e petróleo e pintar uma faixa colaborativa

O que é o Jantar Popular?

  • Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
  • Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
  • Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
  • Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
  • Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
  • Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
  • Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Jantar Popular 4ª, 28 de Março: Tejo—Rio Perdido ou Rio Vivo?

Na próxima 4ª feira, dia 28 de Março vamos receber representantes do Movimento Pró-Tejo, entre eles o Arlindo Marques, que está a ser processado pela empresa Celtejo, à qual ele atribuiu publicamente responsabilidade por focos de poluição no rio Tejo. O Arlindo e companheiros “guardiões do Tejo” vão nos falar do que se passa no maior rio da Península Ibérica, que atravessa todo o nosso país e desagua às portas da nossa capital.

Tejo: rio perdido ou rio vivo?

Uma grande reportagem da RTP em 2015 chama-lhe “o rio perdido”. A equipa da RTP viajou desde a nascente do rio Tejo na serra de Albarracin em Espanha até à sua foz em Lisboa e tirou esta triste conclusão sobre o maior rio da Península Ibérica. Ao longo dos 1007 kms da extensão do rio Tejo somam-se os crimes ambientais que estão a ser cometidos, dia após dia, sem que as autoridades portuguesas dêem nem um pio. Os atentados à saúde do rio (e à nossa) começam a poucos quilómetros da sua nascente, quando as águas do Tejo são utilizadas para arrefecer o reactor da central nuclear de Trillo. E esta não é a única central nuclear a servir-se das águas do rio. A polémica central de Almaraz, cujo tempo de vida tecnicamente terminou em 2010, continua a refrigerar o seu reactor com as águas do Tejo a escassos 100 km da fronteira com Portugal. Antes de chegar aqui, o Tejo sofre muitas outras pressões, sendo travado por 58 barragens e reservatórios e suportando ainda a poluição da região de Madrid. Aliás, muito antes de chegar a Almaraz, o rio já parece praticamente morto, com bolhas de metano a rebentar, indicador de matéria orgânica excessiva e em putrefacção.

Uma das principais reivindicações das plataformas e movimentos que nasceram para reclamar um Tejo vivo é do estabelecimento de um chamado “caudal mínimo ecológico”. Perante as pressões que o rio sofre em Espanha, e sabendo que só num dos transvases (o polémico Tejo-Segura) 80% das águas do rio são desviadas para os campos agrícolas da Andaluzia, este caudal mínimo ecológico não existe e o governo português é conivente neste desrespeito total pelo maior rio do país.

Já em Portugal o Tejo não é muito mais bem tratado… As descargas ilegais na zona de Vila Velha de Rodão e na Ribeira do Açafal criam focos de poluição e mortandade de peixes. As indústrias de papel foram repetidamente sinalizadas pela própria Agência do Ambiente como contribuinte significativa para as ocorrências de poluição no rio Tejo, mas nos últimos anos, apesar dos muitos protestos, ainda nada mudou.

Qual vai ser a nossa aposta? Rio perdido ou rio vivo? Vem debater com os activistas do Tejo!

>>> Site e FB do movimento Pró-Tejo

  • Ajudar: > 18h
  • Comer: > 20h
  • Apresentar / debater: > 21h15

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Prémio Guarda-Rios 2018

Divulgação do Prémio Guarda-Rios 2018

Pelo Site,  Rios Livres do Geota.

“Sejam muito bem-vindos/as à primeira edição do PRÉMIO GUARDA-RIOS.

Entre o Dia Internacional da Ação pelos Rios e Contra as Barragens (14 de março) e o Dia Mundial da Terra (22 de abril), contamos contigo para eleger a quem atribuir um prémio de boas práticas (Guarda-Rios) e outro de más práticas (Guarda-Rios de Luto), àqueles/as que afectam o presente e o futuro dos rios em Portugal.

Participa, ajuda-nos a proteger os rios e começa connosco uma tradição anual!

Até 31 de março, estão abertas as nomeações

(ver no site)

A partir de 2 abril, abrirão as votações online, com base nos nomeados/as do público.

Além do prémio do público, o GEOTA também premiará uma pessoa ou entidade em cada uma das categorias.

Dia 22 de Abril, revelamos os/as vencedores/as: as escolhas do público e as escolhas do GEOTA.”

Parilhem o artigo do Geota.

Jantar Popular 23 de Março: GAIA faz anos e celebra a Primavera unindo Campo e Cidade!

GAIA faz 22 anos! Para marcar essa data e dar continuidade a um trabalho construído ao longo dos anos nos vários nucleos do GAIA, vamos juntar amiguis da cidade e do campo, pessoas e grupos empenhados em criar sinergias e relações de apoio mútuo entre os mundos rurais e urbanos.

Começaremos no fim da tarde com vários convidadis a apresentar a sua forma de agir entre campo e cidade num Jornal Local Vivo. Seguiremos depois com um jantar confeccionado a partir dos ingredientes trazidos por alguns dos produtores presentes, para concluir com uma conversa sobre como poderemos em conjunto aprofundar as sinergias campo-cidade.

Programa da tarde / noite:

15h00 – Descarga e entrega de produtos da ReCo no GAIA
17h00 – Preparação do jantar (mãos bem-vindas!)
18h30 – Jornal Local “Sinergia Campo-Cidade” (Apresentações breves dos produtores)
20h00 – Jantar Popular com ingredientes dos produtores locais
21h30 – Conversa sobre a organização de iniciativas de proximidade
campo-cidade

E ainda, durante a tarde: Loja Grátis na rua, convívio e acolhimento dos produtores!

Organização: ReCO, Núcleos do GAIA Lisboa e Alentejo.

>> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Jantar Popular 16 de Março: De Mangaia a Tikopia – como a agrofloresta pode ser a diferença entre colapso e sustentabilidade

Esta Sexta-feira não percam o jantar nem a discussão!

De Mangaia a Tikopia – como a agrofloresta pode ser a diferença entre colapso e sustentabilidade

>18h ajudar
>>20h comer
>>21h conversar com Fernando Sousa e Sara Baga

Pode a agrofloresta resgatar uma sociedade cuja cultura alimentar anda à deriva? As histórias das ilhas de Mangaia e Tikopia, no Pacífico, mostram que os métodos de produção alimentar podem decidir o rumo ecológico e social das civilizações e ser a diferença entre o definhamento ou sustentabilidade de uma sociedade.

A forma como as populações de Mangaia e Tikopia cultivaram o seu alimento determinou a saúde dos seus solos e biodiversidade de que dependiam. A escala a que as decisões foram tomadas foi decisiva para os rumos opostos destas duas sociedades.

No caso da nossa sociedade global, o que chega aos nossos pratos é maioritariamente produzido com métodos destrutivos para os solos e ecossistemas, embora esses efeitos sejam artificialmente mascarados pelo uso de fertilizantes e outros inputs sintéticos que apenas adiam (e agravam) o inevitável colapso dos sistemas agro-alimentares actuais.

O que significam para nós os erros e escolhas das populações de Mangaia e Tikopia? O que têm em comum os indígenas de Tikopia nas ilhas Salomão e os Guarani do Brasil, e de que forma podemos aprender com as cosmovisões de povos que mantiveram os seus habitats estáveis ao longo de milénios? A conversa parte dos registos históricos das ilhas do Pacífico trazida pelo Fernando e uma perspectiva das cosmovisões dos Guarani partilhada pela Sara (membros do Colectivo Liquen )para uma conversa sobre o que tudo isso pode ter a ver connosco e com o tipo de sistemas alimentares e valores que desejamos cultivar!

> O que é o Jantar Popular?
– Um Jantar comunitário vegano, biológico e LIVRE DE OGMs que se realiza no GAIA, Rua da Regueira, n 40, em Alfama.
– Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários.
– Um jantar em que podes colaborar e aprender a cozinhar vegano! Para cozinhar e montar a sala basta aparecer a partir das 18h. Jantar “servido” a partir das 20h.
– Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
– Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga. O preço nunca é mais de 3 pirolitos.
– Um exemplo de consumo responsável, com ingredientes que respeitam o ambiente, a economia local e os animais.
– Uma oportunidade para criar redes, trocar conhecimentos e pensar criticamente.

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental