Energias Renováveis

Encontro Vida Verde

O Vida Verde é um Encontro exclusivamente dedicado à partilha de práticas ecológicas, em que uma das finalidades é informar, sensibilizar e proporcionar a todos os participantes os conhecimentos e a sabedoria para viver uma vida mais Simples, Natural e Sustentável, que esteja em harmonia com a Natureza e com as pessoas.

Workshops práticos no Vale do Dragão - Ecoconstução/Ecofogões/Energia Solar

Workshops no Vale do Dragão

 

 

19, 20 e 21 de Junho 08 – Competências Práticas

Preparação dos materiais para a construção de “Rocket Stoves” (fogão alternativo)

* A participação pode ser apenas por 1 dia ou vários dias;

Estudo português diz que bioetanol a partir do milho é caro e desfavorável em termos de emissões

Substituir a gasolina por bioetanol produzido a partir do milho é uma solução cara e com impactos ambientais significativos devido às suas emissões, de acordo com um estudo liderado por um investigador do Instituto Superior Técnico (IST). A "Análise Energética e Ambiental da Produção de Bioetanol a partir do Milho em Portugal" - da autoria de Tiago Domingos, Tatiana Valada e Ricardo Teixeira - mostra que o uso deste biocombustível pode ter um balanço negativo em termos de emissões de gases com efeito de estufa, comparativamente à gasolina, quando analisado num cenário que envolve a afectação de solo usado para pastagens.

Presidente dos "Veterinarios sin Fronteras" fala em entrevista sobre transgénicos, agrocombustíveis e soberania alimentar [es

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Entrevista con Gustavo Duch Guillot para El Viejo Topo
Tomando como base investigaciones recientes de Naomi Klein, Gustavo Duch Guillot, presidente de "Veterinarios sin Fronteras", señalaba en un reciente artículo que podía afirmarse, sin posibilidad de error, que el Banco Mundial era tan prestigioso como prestigioso fue el presidente dimitido.
Salvador López Arnal (Para Kaos en la Red) [09.10.2007 16:37] - 135 - 0

Transgénicos Fora! Plataforma alarga âmbito para energia e muda de nome, opondo-se à meta dos biocombustíveis

Hoje e amanhã (8 e 9 de Março) o Conselho Europeu vai reunir para, entre outros, discutir propostas no sentido de adoptar a obrigatoriedade de utilização de 20% de biocombustíveis no sector europeu dos transportes até 2020. Estes objectivos, entre outros efeitos, fomentarão plantações para fins energéticos que têm um balanço negativo em matéria de emissões de gases com efeito de estufa, irão acelerar a desflorestação e destruição da biodiversidade e aumentar os conflitos locais pela utilização da terra.

A introdução prevista de culturas energéticas em grande escala para uso em biocombustíveis é vista, pela indústria da engenharia genética, como a grande saída para a viabilização comercial desta tecnologia. As plantas transgénicas energéticas serão a grande proposta e novidade para fazer face aos limites mínimos obrigatórios agora em discussão, uma vez que as plantas transgénicas alimentares foram liminarmente recusadas pelos consumidores europeus e o seu mercado se resume já às rações, onde a rotulagem não chega ao consumidor e não há direito à escolha.

Para fazer face aos riscos novos e específicos que os transgénicos energéticos acarretam, a Plataforma Transgénicos Fora do Prato tomou a decisão de alargar o seu âmbito de trabalho a esta temática e fez reflectir tal mudança no seu nome, passando agora a chamar-se simplesmente PLATAFORMA TRANSGÉNICOS FORA.

Os biocombustíveis não apenas não resolvem como também agravam a mudança climática

O volume de combustíves fósseis que a civilização “petroleira” queima em um ano contém uma quantidade de matéria orgânica equivalente a quatro séculos de plantas e animais.

“Devemos acabar com o vício do petróleo “ disse George W. Bush em uma Mensagem à Nação. Mas não estava pedindo à população que usasse menos combustível. Pelo contrário, lançou a “Iniciativa de Energias Avançadas”, que aumenta o orçamento federal em 22% para destiná-lo à pesquisa de tecnologias de energia “limpas”. Isso inclui os biocombustíveis, tais como o etanol e o biodiesel, que são obtidos de óleos de lavouras agrícolas convencionais (como soja e milho) ou outras oleaginosas (em especial o dendê), cana de açúcar ou outros cereais.

Quanto "biocombustível" é possível produzir na Europa sustentavelmente?

Saiu um novo relatório da agência Europeia para o Ambiente (EEA - European Environmental Agency) com o título:

How much bioenergy can Europe produce without harming the environment?

O relatório está disponível aqui

No mesmo site pode-se subscrever uma newsletteem com anúncios dos mais prementes relatorios produzidos na área do ambiente, pela EEA. 

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