Assina a Petição e vem à Manifestação!
A Guiné Equatorial não respeita os direitos humanos, é uma ditadura, não tem língua oficial portuguesa, e quer entrar na CPLP? Os chefes de estado de Timor-Leste, Cabo Verde e Brasil já se mostraram FAVORÁVEIS à entrada da Guiné Equatorial na CPLP, por interesse no seu petróleo.
TEMOS QUE AGIR! Assina a Petição e vem à Manifestação: Dia 22, quinta-feira, às 17h00 à porta da CPLP, na Rua de São Caetano, 32, na Lapa, por trás da Av. Infante Santo, em Lisboa.
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N2640
Foi mesmo uma festa especial a que juntou na Aldeia das Amoreiras, sábado 26 de Junho, mais de cem pessoas em torno de sonhos, imagens, desenhos, músicas, risos, jogos, comida tradicional e muita alegria.
A festa que se chamava 1ª Festa da Aldeia das Amoreiras Sustentável tinha como objectivo celebrar a vitória de conseguir juntar os sonhos dos moradores da Aldeia das Amoreiras e construir o caminho para a Aldeia das Amoreiras de Sonho.

Vamos juntar-nos durante a tarde de 6 de Junho para conversar sobre isto de se viver uma vida mais simples e sustentável.
Para onde vamos com esta sociedade de consumo? Que poderia ser melhor? Como viver uma vida mais simples?
Tragam comida para partilhar, pratos, talheres (sem ser de plástico por favor) e vontade de conversar ;)
Assim juntamo-nos à iniciativa global: Picnic 4 Degrowth
http://picnic4degrowth.net
ONDE?
Junta-te a nós este verão:
Vamos pedalar pela Justiça Climática!
Não estamos preocupados com as nuvens de cinza de vulcão se meterem no nosso caminho: vamos pedalar de North Yorkshire (Reino Unido), via Oxford, Bristol, Caen, Le Havre, Calais, Ostende e Bruxelas até Cologne (Alemanha). O percurso, de 1700km, irá seguir mobilizações pela Justiça Climática e demorará mais de 2 meses: de 25 de Junho a 31 de Agosto de 2010.
Se te queres juntar a (uma parte) da biketour, estás convidado! Preenche o formulário de registo aqui!
A Ecotopia Biketour não é apenas uma viajem a pedal por panoramas pitorescos, é também preenchida por acções e campanhas por mais justiça ambiental e social!
Para o antigo responsável global da tesouraria e dos mercados financeiros do grupo Santander, é fundamental haver nova exigências ao nível da regulação.
PÚBLICO - Quando é que o sistema financeiro deixou de pensar que tinha de prestar um serviço, passando a vender produtos numa lógica de mercearia, como refere no seu novo livro?
Uma transição para a sustentabilidade exige um novo pensamento a respeito de demografia e de transição socioecológica. Marina Fischer-Kowalski e Helmut Haberl do IFF (Instituto de Estudos Interdisciplinares), de Viena, influenciados pelo trabalho do historiador do ambiente Rolf Peter Sieferle e por antropólogos ecológicos, economistas ecológicos e ecologistas industriais, editou recentemente um livro intitulado Socio-Ecological Transitions (Transições Socioecológicas) (Fischer-Kowalski e Habert, 2007). Desde as sociedades de caçadores-recoletores às sociedades agrícolas e às sociedades industriais, os autores desse livro revelam padrões quantificáveis do uso da energia e dos materiais, das densidades de população, uso do território e tempo de trabalho.
A transição socioecológica em direção a menores níveis de uso de energia e materiais será ajudada se se completar a transição demográfica mundial, e, mais ainda, se a população, após atingir um pico de 8 500 milhões de habitantes baixar depois para 5 000 milhões, como indicam algumas projeções (Lutz e outros, 2001). Recorde-se que a população mundial aumentou quatro vezes no século XX, partindo de 1 500 milhões até atingir 6 000 milhões. A consciência ambiental pode influenciar as taxas de nascimentos (como no neomaltusianismo de 1900 e na China desde 1980).
A questão não é saber se o valor económico pode ser determinado unicamente nos mercados existentes, ou se os economistas elaboraram métodos para a valoração monetária de bens e serviços ambientais ou de externalidades negativas no exterior do mercado. A questão é antes saber se toda a avaliação num determinado conflito (sobre a extração de cobre ou de ouro no Peru ou de bauxite em Orissa, numa barragem hidroelétrica no Nordeste da Índia, sobre a destruição de um mangal no Bangladeche, Honduras ou Brasil para dar lugar à exportação de camarão, sobre a determinação de um nível adequado de emissões de dióxido de carbono pela União Europeia) se deve reduzir a uma única dimensão. Uma tal exclusão de valores deveria ser rejeitada, sendo em vez dela favorecida a aceitação de uma pluralidade de valores incomensuráveis.
Pode facilmente concordar-se que a contabilidade económica convencional é certamente enganadora. A experiência que Pavan Sukhdev (com Haripriya Gundimeda e Pushpam Kumar) adquiriu, na Índia, a tentar atribuir valores económicos a produtos não lenhosos das florestas, e a outros serviços ambientais (como absorção de carbono, retenção da água e do solo), constituiu uma inspiração para o processo TEEB (As Economias dos Ecossistenas e da Biodiversidade; The Economies of Ecosystems and Biodiversity) patrocinado pela Direção Geral de Ambiente da Comissão Europeia e pelo Ministério do Ambiente da Alemanha. Como afirma a equipa TEEB, uma representação monetária dos serviços proporcionados pela água limpa, pelo acesso aos bosques e pastagens e a plantas medicinais, não mede verdadeiramente a dependência essencial que as pessoas pobres têm em relação a esses recursos e serviços.
Os ativos que assumem a forma de reivindicação de dívidas que ficarão por pagar foram batizados com o divertido nome de Ativos Tóxicos. Nas folhas de balanço dos bancos, o valor desses ativos terá que ser grandemente reduzido ou suprimido. Do lado da dívida do balanço, as nossas convenções contabilísticas não incluem os prejuízos infligidos ao ambiente. Devemos às gerações futuras uma enorme «dívida em carbono», e devêmo-la igualmente aos pobres do mundo que poucos gases com efeito de estufa produziram.