O Instituto do Ambiente alargou até dia 16 o período de consulta pública dos programas de ensaios com milho geneticamente modificado, contestados pelas autarquias envolvidas (Rio Maior, Salvaterra de Magos e Alcochete), disse à Lusa fonte do Ministério do Ambiente.
A mesma fonte disse que o Instituto do Ambiente (IA) entendeu que deveria ser disponibilizada informação adicional à que consta nos documentos submetidos à consulta pública que terminou quinta-feira, aceitando reacções até 16 de Março.
Tendo em conta que as empresas que entregaram as notificações para a realização dos ensaios, a Pioneer e a Syngenta, fizeram pedidos em separado, um dos processos terá decisão a 28 de Março e o outro a 10 de Maio, disse a fonte.
As autarquias de Rio Maior, Salvaterra de Magos e Alcochete anunciaram quinta-feira publicamente a sua oposição à realização de ensaios com milho geneticamente modificado nas áreas dos seus concelhos, ameaçando avançar com providências cautelares caso o Instituto do Ambiente aprove os pedidos da Pioneer e da Syngenta.
Kuala Lumpur (Malásia), Lagos (Nigéria), Bruxelas (Bélgica) - Um relatório de Amigos da Terra Internacional, lançado em 9 de Janeiro, mostra que os grãos geneticamente modificados não conseguiram enfrentar os maiores desafios dos produtores em todo o mundo e que mais de 70% das plantações de transgênicos em larga escala continua limitada a dois países (os Estados Unidos e a Argentina).
A REFER anunciou novos investimentos, no valor de oito milhões de euros, para a linha ferroviária entre Mirandela e o Tua. Esta ligação com valor não só estrutural, como também patrimonial e ecológico, encontra-se ameaçada por um projecto de construção de uma albufeira na Foz do Tua, anunciado quer pela EDP, quer pelo próprio governo. As notícias sobre este investimento na consolidação da linha e automatização das passagens de nível vêm aumentar as esperanças de quem quer ver esta peça de património humano e natural preservada.
O Papa Bento XVI denunciou ontem o "drama da fome" no mundo e apelou à mudança do modelo de desenvolvimento económico global, não só para resolver este problema, como também a crise energética e ecológica que o planeta enfrenta.
A licença Creative Commons, que o GAIA usa nos conteúdos do seu site desde há alguns meses, passa a ter a partir de agora enquadramento jurídico em Portugal. Esta licença permite sair da lógica vigente do copyright, em que as licenças fechadas e os direitos de autor se sobrepõe ao valor da partilha e livre circulação da informação. A Creative Commons baseia-se nos princípios do copyleft, permitindo a partilha e reutilização do conhecimento e da arte, mas respeitando ao mesmo tempo a criação original do autor, que deve ser devidamente referenciado em futuras utilizações ou adaptações.
Os membros da tribo masai, do Quénia, pedem uma "acção urgente" para lutar contra as alterações climáticas, apresentado-se como "as primeiras vítimas" deste fenómeno apesar de pouco ou nada contribuírem para o aquecimento global.