Há precisamente um ano, o Movimento Verde Eufémia (MVE) realizou uma acção de desobediência civil. Num acto simbólico, mas determinado, destruíram menos de 1 hectare do primeiro campo de milho geneticamente modificado na região do Algarve, previamente declarada Zona Livre de Transgénicos pelas autoridades locais. Passado um ano da acção, decidimos lançar o soliMoVE, Solidariedade com o Movimento Verde Eufémia. soliMoVE é um grupo que estabelece uma plataforma internacional para qualquer pessoa que queira apoiar moralmente e politicamente o MVE e o acto de desobediência civil que realizaram. Visita o nosso site e junta-te ao grupo em: http://solimove.liveinfo.nl/.
O desenvolvimento de cultivos geneticamente modificados pode criar o maior desastre ambiental "de todos os tempos", advertiu
o princípe Charles, herdeiro da Coroa Britânica, em entrevista ao jornal The Daily Telegraph.Segundo o príncipe, os alimentos transgénicos estão a danificar o solo da Terra, ao passo que enormes corporações multinacionais envolvidas no desenvolvimento de alimentos geneticamente modificados conduzem "uma gigantesca experiência com a natureza e toda a humanidade que deu seriamente errado".
Foram divulgados este mês pelo Ministério da Agricultura os dados oficiais para 2008 do cultivo de milho transgénico em Portugal.(1) Embora a área total tenha aumentado 11% (486 hectares) em relação a 2007, esta subida está muito longe dos 240% (3009 hectares) verificados de 2006 para 2007 e representa uma desaceleração significativa no interesse que os agricultores vêm na única variedade geneticamente modificada que está autorizada para cultivo.
As regiões do Alentejo e de Lisboa/Vale do Tejo apresentam as reduções mais significativas. Desde 2005, ano em que começou o cultivo em Portugal, estas eram as duas regiões com maior adesão ao milho transgénico e em 2007 representavam 86% de toda a área cultivada com OGM em Portugal. Este ano, no entanto, deu-se uma redução de 11% no total de hectares cultivados em cada uma delas. No Alentejo, em particular, este abaixamento torna-se ainda mais significativo se se considerar que a área total dedicada ao milho aumentou 10 a 15% no mesmo período, de acordo com estimativas provisórias do Ministério da Agricultura.
Apesar de a Assembleia Municipal de Monforte ter aprovado por unanimidade em Fevereiro deste ano a criação de uma Zona Livre de Transgénicos, o Governo, através do Ministério do Ambiente, acaba de aprovar a realização de três anos de ensaios de milho geneticamente modificado para o concelho. Isto representa desrespeito pela decisão democrática do poder local e desprezo pela zona de Rede Natura onde tais experiências irão ter lugar.
Por isso, ambientalistas e agricultores, para além da população de Monforte, juntam-se hoje à porta da herdade em causa para exigir, com a ajuda de uma "brigada de biossegurança" composta por várias dezenas de espantalhos — a figura tradicional que melhor protege os campos — que seja cancelada a autorização para fazer de Monforte uma cobaia à escala nacional.
O Vida Verde é um Encontro exclusivamente dedicado à partilha de práticas ecológicas, em que uma das finalidades é informar, sensibilizar e proporcionar a todos os participantes os conhecimentos e a sabedoria para viver uma vida mais Simples, Natural e Sustentável, que esteja em harmonia com a Natureza e com as pessoas.
Economia livre! Sistema de troca local com um base mundial...

Na passada 6ª feira, 4 de Julho, um grupo de activistas tomou o edíficio onde se situa a embaixada do Japão em Lisboa, e munidos de uma faixa de 6 metros onde se lia “G8 à mesa – um mundo à Fome”, com o objectivo de denunciar as consequências da política anti-democrática neo liberalista do G8, e as suas falsas receitas para as crises actuais. alimentar, climática e social.
Bloqueando-se suspensos numas escadas de emergência durante mais de três horas.Estendendo uma faixa de 18 m2 em frente ao andar da Embaixada do Japão, os activistas responderam à chamada internacional da Via Campesina, para assinalar o dia de luta pela “Soberania Alimentar”, juntando-se assim à contestação global ao G8, que verá as principais cidades do mundo, palco de dezenas de acções directas anti-globalização. Esta acção directa, consistia em denunciar as desonestas acções do G8, em especial à política de produção de comida, entregando o comunicado de imprensa ao público à volta e à Embaixada do Japão.
Dia 6 de Julho o GAIA-Porto apresenta um filme e debate sobre o tema
Soberania Alimentar ...e o G8!
O filme a passar será 'O pão nosso de cada dia'
- 92m; do austríaco Nikolaus Geyrhalter -
Aparece a partir das 17h na Casa da Horta (Rua de S.Francisco, nº 12)
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